domingo, 23 de abril de 2017

Coragem



Daqui.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


terça-feira, 18 de abril de 2017

Citações #200

De Número Zero:


No entanto, eu tinha o sonho que todos os perdedores têm, de algum dia escrever um livro que me desse glória e riqueesa. Para aprender a ser um grande escritor trabalhei como nègre (ou ghost-writer, como se diz hoje para ser politicamente correto) para um autor de romances policiais, que, por sua vez, para vender assinava com nome americano, como os atores dos "westerns spaghetti". Mas era bom trabalhar à sobra, coberto por duas cortinas (o Outro e o outro nome do Outro).  


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 16 de abril de 2017

terça-feira, 11 de abril de 2017

Citações #199

De Número Zero:


Os perdedores, assim como os autodidatas, sempre têm conhecimentos mais vastos que os vencedores, e quem quiser vencer deverá saber uma única coisa e não perder tempo sabendo todas, o prazer da erudição é reservado aos perdedores. Quanto mais coisas uma pessoa sabe, menos coisas deram certo para ela. 

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 9 de abril de 2017

Comece!



Daqui.

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Citações #198

De Número Zero:


O problema é que a gente não aceita a ideia: continua vivendo convencido de que um dia ou outro vai acabar todos os exames e defender tese. E quem vive cultivando esperanças impossíveis já é um perdedor. E, quando percebe isso, aí sim se entrega. 

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #150

1 - Nesse Dia das Mulheres, aciono minha metralhadora cheia de mágoas
Da Nina Lemos. A metralhadora está disparando contra as últimas atrocidades que aconteceram aqui no Brasil. E também para o cotidiano abusivo, tão forte e tão repugnante.

2 - Como educamos mulheres para sofrer - uma reflexão sobre feminilidade e amor
Da Débora Nisembaum. Ela conseguiu reunir vários elementos da criação das meninas que, em vez de melhorarem a nossa vida, nos jogam dentro de uma bolha de sofrimento. Vale dar uma olhada e tentar fazer diferente.

3 - Por que o capitalismo cria postos de trabalho sem sentido
Do David Gaeber, no Evonomics. "se 1% da população controla a maior parte da riqueza disponível, o que nós chamamos de "o mercado: reflete o que 'eles' creditam ser útil ou importante, e ninguém mais.". Tapa na cara. 

4 - Vida e morte da borracha
Da Kika Castro. Ainda uso borracha, mas elas duram anos, nem me lembro de quanto foi que comprei pela última vez...

5 - Os versos esquecidos por Chico Buarque
Do Correio IMS. Chico é a coisa mais linda que já surgiu na cena musical desse mundo. O texto é uma delícia, e o vídeo no final é amor demais :-)

6 - Bolhinha
Da Cinthya Rachel, sobre empatia, esse artigo tão em falta no mercado...

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 2 de abril de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

Agradecimentos

Amigos e família pós-aprovação da dissertação


Tenho muito a falar sobre o mestrado, mas vai ser por partes. Por hora, só quero registrar que foi tudo lindo, uma experiência maravilhosa, intensa e cheia de amor. Ter o trabalho aprovado e, ainda, indicado para publicação, é algo que me deixa sem palavras no momento. Então, vou só reproduzir aqui os agradecimentos que compõem o texto apresentado à banca. Porque é preciso agradecer a todos.

Se a pesquisa é solitária, como costumam dizer, posso afirmar que o pesquisador nunca está sozinho. Portanto, é preciso agradecer a todos que contribuíram com o meu trabalho “solitário”. 
Ao Leo Homssi, companheiro de todas as horas, mesmo daquelas realmente solitárias. Ao Paulo Monteiro, melhor tio-pai que a vida poderia me proporcionar. 
Laura; Daniel; Otávio e Letícia, irmãos e cunhada que, se eu pudesse, teria escolhido. Sorte que nem precisei escolher. Otávio, em especial, pela troca constante sobre literatura, desde que éramos crianças até agora, quando me ajudou com tantos autores e conceitos do mundo das Letras e me apresentou a Vladimir Propp. 
Aos amigos queridos Ana Paula Martins e Elias Figueiredo; Valter Nascimento e Josélio Ferreira; Juliana Cruz; Cristina Saleme, Leonardo Tropia e Lucas; Daniel Fernandes e seu #resetGoT; Adriana Moreira; Michelle Borges; Dreisse Drielle; Stênio Lima; Daniela Barros; Nathália Costa; Nancy Carvalho; Ricardo Costa. Ana Paula Martins, em especial, por ter me acompanhado desde a publicação do edital do Mestrado, pelas revisões textuais e de regras ABNT, por ser essa pessoa maravilhosa que eu tenho a sorte de ter como amiga. 
À tia Vera e aos primos João Batista, Marita e Guilherme Mendes Barros; Bruno, Luciana e Breno Portella; Leandro e Marcelo Cavalcanti. À Anabel Mascarenhas, incentivadora fundamental. 
Ao Prof. Dr. Marcelo Freire, orientador paciente que me proporciona tantos aprendizados e que trilhou este percurso ao meu lado, sempre me oferecendo luz quando eu não conseguia encontrar caminhos. 
Aos colegas do PPGCom-Ufop, turma 2015: Andriza, Ana Luisa, Ana Paula, Bruna, Daniela, Dayana, Dayane, Flávio, Kamilla, Luana e Nara. À Dayana, especialmente, pela nossa parceria ao longo desses dois anos. 
Aos professores do PPGCom-Ufop, em especial à Profª. Drª. Debora Lopez, sempre atenta e colaborando com a minha pesquisa, proporcionando aprendizados constantes, até mesmo em conversas corriqueiras. Ao ConJor e sua equipe; às ricas discussões proporcionadas. À Profª. Drª. Lorena Tarcia, por compor a banca de qualificação e de defesa deste trabalho e tantas contribuições valiosas trazer. À Profª Drª. Guiomar de Grammont; ao Prof. Dr. Mario Nogueira, por todo o incentivo à minha vida acadêmica, seja na Filosofia ou na Comunicação. 
Àqueles que me fizeram chegar até aqui e que sempre estarão presentes: vovô Ney Monteiro, vovó Zina Monteiro, tia Ylza Monteiro, tia Leda Monteiro, padrinho Padre Mendes, tio Jésus Mendes Barros. Saudades muitas.  
A José Procópio Fernandes Monteiro, meu bisavô, primeiro professor brasileiro do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá, hoje Universidade Federal de Itajubá (Unifei), que iniciou a história familiar de amor aos estudos e ao ensino. 
Foi uma aventura fascinante percorrer a saga criada por George R. R. Martin. Tenho certeza de que fiz a escolha certa ao optar por analisar uma narrativa literária. Se “toda arte é inútil”, como disse Oscar Wilde, no prefácio de O retrato de Dorian Gray, que haja, constantemente, muitas inutilidades na vida.



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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...

quinta-feira, 30 de março de 2017

Dezesseis

Envelhecer é aquela coisa que a gente sempre quer fugir, mas não tem jeito: estamos lá, rumo ao envelhecimento, quer a gente queira ou não.

Leo e eu temos conversado bastante sobre o nosso envelhecer. São muitos planos pra irmos cumprindo ao longo do tempo. Algumas coisas grandes, outras pequenas. Umas complexas, outras bem singelas. Coisas que nos farão felizes. Enfim, o tempo vai passando, vamos ficando mais velhos e muita coisa tem mudado.

Hoje completamos 16 anos juntos. Já contei um pouquinho da nossa história juntos aquiaquiaquiaqui e aqui. Muita coisa aconteceu daquele primeiro beijo esquisito em frente a uma livraria em BH pra cá, quando estamos vivendo uma vida completamente nova, inimaginável naquela época e, talvez, até há uns três anos. Não só pelas ausências que a vida nos impôs, mas por conta das muitas escolhas que fizemos e que nos trouxeram pra onde estamos hoje: mais felizes, mais integrados, mais em sintonia.

É engraçado perceber como as nossas aspirações mudaram. Como uma escolha simples - batemos o martelo em 2016 - fez com que replanejássemos muitas coisas e afinássemos o olhar para um horizonte comum. E o caminho se mostra bem aberto e transitável, o que é ótimo.

Lá vamos nós. Para mais alguns anos, quem sabe?

Pra embalar, Ed Sheeran e sua Thinking out loud, que é linda e tem muito do que eu gostaria de dizer hoje.



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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...