sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #20

1 - Voltem para o armário
Texto muito bacana da Juliana Cunha sobre o novo perfil dos blogs ~de moda~, provavelmente causado pelo envelhecimento de seus autores. E sobre coxinhas, de modo geral.

2 - Correio Feminino: mais machismo na TV
Reflexão sobre a série Correio Feminino, que foi ao ar no Fantástico no fim de 2013. Uma espécime super bem cuidada em termos de produção, mas tão vazia de conteúdo que deu até medo. E veio reforçar aqueles estereótipos imbecis de um jeito que só a televisão mesmo.

3 - As (Des)Vantagens de ser jovem
O Pablo Villaça escreveu sobre o que o filme As vantagens de ser invisível deixou para ele. Li o livro e ainda não tive coragem de ver o filme. Mas fiquei com vontade depois desse texto.

4 - Cuidado com a gangue dos estragadores de fotos em museus
Texto divertido e irônico sobre a nossa atual postura nos museus. Senti um pouco disse na viagem pra NY, porque, além de fotografar, também queria ver as obras e algumas delas foram impossíveis. O autorretrato da Frida Kahlo, por exemplo. Sorte que a Noite Estrelada do Van Gogh ficou vazio por dois segundos, quando passei naquela sala... Aí deu pra olhar bastante e, depois, fotografar.

5 - Mentirinhas
Essa coisa fofa e cheia de referências que é a obra do Fábio Coala...

6 - Às vezes
Texto fofinho da Ana Paula Pedrosa.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Era pra ser um cacto

Acaba que temos muitas opções. É só escolher uma. E cuidar das conseqüências.

Das boas escolhas que eu fiz, uma foi nunca mais falar com ele. Outra foi mudar de cidade. Outra foi escolher a cachorrinha.

Era pra ser um cacto...

Eu morava sozinha. Casa ainda sem móveis, sem vida. Chegava do trabalho e ligava o rádio pra escutar voz de gente. Sentia falta era de seres vivos mesmo.

Resolvi comprar uma planta. Mas não qualquer uma. Uma que não desse trabalho, que não precisasse regar todo dia - eu ia matar ela de sede. Fui na floricultura e resolvi que o melhor seria um cacto.

- Você coloca uma colher de sobremesa de água a cada 20 dias.

- Como é que é?

- A cada 20 dias, uma colher de sobremesa de água. Não deixa no sol direto.

* Nota mental: se comprar um cacto, compre também um calendário pra marcar, a cada 20 dias, o dia de colocar uma colher de sobremesa de água.

Ah! eu ia matar o cacto de sede!!!! Desisti.


E comprei a minha cachorrinha. Não tinha como esquecer da água, da comida, dos passeios, dos banhos, dos carinhos, das vacinhas, dos ossinhos, da vermifugação, dos anti-pulgas, do pipi-dog. Ganhei a companhia de vida que eu queria e ainda uma nova rede social, a dos donos de animais no edifício. Foi muito bom. Ou melhor, 12 anos e meio depois, ainda está sendo muito bom.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Citações 48

De Briony, em Reparação, de Ian McEwan:


A partir desse ponto de vista novo e íntimo, ela aprendeu uma coisa simples e óbvia que sempre soubera, e que todos sabiam: uma pessoa é, acima de tudo, uma coisa material, fácil de danificar e difícil de consertar. Briony jamais chegaria mais perto do campo de batalha do que ali, pois cada paciente de que ela cuidava continha alguns de seus elementos essenciais - sangue, óleo, areia, lama, água do mar, balas, estilhaços, graxa de motor, e também o cheiro de cordite, e uniformes de combate úmidos e suados, em cujos bolsos ainda se encontrava, restos de comida rançosa, junto com fragmentos encharcados de barras Amo. Com frequência, quando ela voltava mais uma vez à pia onde havia torneiras altas e um bloco de soda, o que mais saía de seus dedos era areia de praia.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


sábado, 18 de janeiro de 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #19

1 - Da Escrita
Do blog do Pablo Villaça. Ele cita um textinho bem didático sobre a dificuldade que é escrever. E aproveito pra completar: como tem gente que acha que escrever é fácil... gente que pede pra você escrever um milhão de coisas, só porque é jornalista, mas nem imagina como é complicado.

2 - Restaurantes, bares e lanchonetes de SP dão desconto para quem doar um livro
Do Livros só mudam pessoas. A promoção vai durar até o dia 31 de janeiro. Mas podia ser permanente. E podia rolar em outras cidades do Brasil, de Minas... quem sabe em Ouro Preto?

3 - Tentando conviver com a esquizofrenia
O texto é um guest post da Lola e fala sobre a esquizofrenia. Quando a Laura surtou pela primeira vez, o diagnóstico precoce era Transtorno Bipolar. E eu li pra caramba sobre isso. Agora mudou, e parece definitivo: esquizofrenia. O texto é anônimo, mas parece demais com a vida que a Laura levou até o surto. Pra se pensar se vale a pena investir nesse autoritarismo burro.

4 - A geração do Adryan e da Ayla
Um texto divertido da Kika Castro sobre as novas tendências para nomes de pessoas. E como essas tendências parecem ser cíclicas.

5 - O último revenge porn da história
O texto da Aline Valek é forte. Pelo menos, me deixou um pouco chocada. Não porque eu não conhecesse o revenge porn - que é uma das coisas mais idiotas que se pode fazer no mundo. Talvez seja a forma como a autora finalizou a história. Pessoalmente, eu só queria que nada disso acontecesse, que as pessoas soubessem - e praticassem - que intimidade é ~íntimo~ e pronto. Que intimidade só deve ser revelada em consenso, e olhe lá. E phoda-se a vingancinha imbecil.

6 - Objetos reais virando desenhos mágicos nas ilustrações de Javier Pérez
Pra descontrair, um post do Alexandre Inagaki com ilustrações super simples de Javier Pérez deixando objetos de nosso dia a dia com outra cara. Fofo, fofo...

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Filme: Dentro da casa

Dans la maison - 2012 (mais informações aqui)
Direção: François Ozon
Roteiro: Juan Mayorga, François Ozon
Elenco: Fabrice Luchini, Vincent Schmitt, Ernst Emhauer

Ufa! Fazia tempo que não falava de filmes aqui. É que acabei parando de levar caderninho pro cinema, pra escrever sobre as minhas impressões. Shame on me. E também parei de escrever dos filmes que vi em casa. Enfim, ficou um hiato, parece que parei de ver filmes. Mas não é verdade. Vi vários, só não tive tempo-paciência-disponibilidade pra escrever sobre eles.

O primeiro filme que vi em 2014 foi Dentro da casa, indicação do Valter e do Zélio, dos amigos lindos e muito antenados. E, olha, foi uma super indicação.

Dentro da casa é a história de uma história. O prof. Germain começa mais um ano escolar desanimado. Seus alunos não se empenham muito nas redações. Mas Germain encontra, entre os vários textos dos alunos, o de Claude. O tema da redação é o fim de semana e Claude constrói uma história envolvente, um enredo bem estruturado com uma boa dose de suspense. Ele conta como foi o dia em que entrou na casa de seu amigo Rapha, com o pretexto de oferecer aulas de reforço em matemática. E começa a perceber a casa, os pais do colega e a relação dos três. Animado, Germain chama o aluno para conversar e começa a incentivá-lo a escrever mais.

As conversas entre aluno e professor parecem o papo entre autor e editor. O professor mostra quando o texto está bom, quando tem pontos a melhorar, quando está sendo empurrado com a barriga, quando é preciso colocar mais ação, mais drama, mais sensualidade. Ao mesmo tempo, o suspense se instaura, porque não é possível acompanhar a história da família de Rapha sem esperar ansiosamente pelo próximo capítulo: mais uma folha escrita frente e verso por Claude.

O filme é uma delícia, especialmente pra quem gosta de escrever e sente vontade um dia publicar histórias (o/). E, claro, o suspense da trama, capítulo a capítulo, faz a gente não ter vontade de desgrudar os olhos da tela.

Obrigada, Valter e Zélio! Amei a indicação!

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 12 de janeiro de 2014

Liberdade

Na minha ânsia por liberdade, costumava sentar no parapeito da janela do décimo andar. Não era loucura pra uma garotinha de oito anos de idade. Uma perna ficava dentro do apartamento. A bunda, no beiral da janela. Outra perna, do lado de fora, solta no ar.

Era  uma forma de me sentir livre, sendo uma criança tão presa.

Claro que eu fazia isso escondido dos pais. O "ser" paterno não suportava nem que a cortina da casa fosse aberta. Vivíamos na escuridão total quando ele estava em casa.

E assim, pendurada na janela, lembrava de Cecília Meireles

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Livro: O chamado do Cuco

Quando ouvi falar o livro, já era fato que a identidade do autor, Robert Galbraith, tinha sido descoberta. Ele é o pseudônimo de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter. Assim que terminou a história do bruxinho, ela decidiu se dedicar à literatura adulta e lançou Morte Súbita, que não foi bem recebido pela crítica e pelo público, mais porque insistiram em comparar a obra com a saga dos mocinhos de Hogwarts.

O chamado do cuco chegou ao mercado como o primeiro romance de um novo escritor. E foi avaliado exatamente assim: a primeira obra de um jovem talento. Foi elogiado e o autor apontado como uma promessa. Aí veio à tona que ele, Robert Galbraith, era ela, J. K. Rowling. E o livro continuou recebendo elogios, bem mais do que Morte Súbita.

Cuco é Lula Landry, uma modelo muito admirada, mas problemática, que caiu de uma sacada numa noite gelada de inverno. Três meses depois de sua morte, seu irmão, John Bristow, procura Cormoran Strike, um detetive particular com a vida pessoal passando por uma enorme turbulência. John tem certeza de que Lula não se matou e procura o assassino.

Strike tem a ajuda de Robin, sua secretária temporária que, além de excelente profissional, tem um certo deslumbramento com a profissão do patrão e faz de tudo para ajudá-lo. Ele vai se defrontar com um mundo bem diferente do seu: luxo, ostentação, moda e drogas, em volta de Lula e de tudo o que ela tentava resgatar de sua vida.

O livro é bem bom. Curto muito esse tipo de literatura, me envolvi com a história e tentei descobrir o assassino (claro que eu errei, né?). Achei bem bacana e me deu vontade de ler mais livros com a dupla Strike e Robin. Mas acho Morte Súbita muito melhor que O chamado do cuco. 

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #18

1 - Quanto mais Facebook, mais infelizes somos (ou não)
Do Blog da Kika Castro. Tem os resultados de uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos EUA, sobre o Facebook e como ele afetou as relações pessoais. Um dos pontos tratados é que as redes sociais acabam estimulando o isolamento. É uma coisa a se pensar. Eu sempre fui fã de redes sociais, mas tô num ponto de esgotamento. Talvez porque eu trabalhe com elas e fique boa parte dos dias úteis logada. E ando com muita preguiça. Das redes e das pessoas das redes.

2 - A Rede
Seguindo a linha da preguiça das redes sociais, este texto do Pablo Villaça vem a calhar. Depois de ler, fiquei pensando em deletar todas as minhas contas em redes (exceto no Twitter, porque ele ainda mora no meu coração). Em especial o Facebook. Se fosse possível, por conta do trabalho, eu deletaria tudo mesmo. O que mais me assustou no texto foi a Ioná dizendo que as pessoas estão pensando em termos de redes sociais e é verdade. Acabamos pensando nas frases que podem ir pro Face, nas fotos que podem fazer sucesso no Instagram e em mostrar pra todo mundo onde estamos via Foursquare. Sem contar as outras redes...

3 - Blog na era da rede social
Texto da Rosana Hermann, de quem sou fã (como ela consegue fazer tudo o que faz, heim?). Rosana é daquelas pessoas que é mega antenada em tecnologias. Tem esse blog há anos e é usuária compulsiva do Twitter (e vale super a leitura do livro Um passarinho me contou, em que ela faz um raio-X do microblog). Aqui ela fala sobre como as redes sociais e os blogs se relacionam, destacando que os blogs mantêm o caráter pessoal, enquanto as redes têm outras funções. E é por isso que eu ficava rindo quando algumas pessoas diziam que os blogs iam morrer.

4 - Sinceridade de classe
Este texto da Juliana Cunha é uma delícia. Fala sobre como uma certa colunista de um certo jornal colocou a culpa do momento crítico do mercado de trabalho para escritores, redatores, jornalistas etc nos... jornalistas, publicitários, escritores mais novos - ou focas, na linguagem jornalística. Não é a primeira vez que a culpa de alguma coisa é colocada na vítima - vide a violência contra a mulher e a questão dos negros e índios. Então, para a tal colunista, a culpa do mercado oferecer pouca grana para pagar um trabalho é de quem se oferece para o trabalho recebendo pouco. Mas, vamos lá, o que é melhor: receber pouco ou ficar sem trabalhar?

5 - O que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas
E aproveitando que citei violência contra a mulher, lá vem um texto muito bacana que li ultimamente. É do Leonardo Sakamoto, que é super polêmico "nas internets", como diz um amigo meu. E é exatamente o que eu penso a respeito. O que faz um gênero não é o órgão sexual, mas como a pessoa se afirma. Ser homem ou ser mulher é uma questão de construção social. E ponto.

6 - Mulheres machistas
Continuando o embalo, texto da Ana Paula Pedrosa sobre como algumas mulheres reforçam - algumas vezes sem nem ter consciência - o machismo nosso de casa dia. Affff...

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Citações 47

De Reparação, de Ian McEwan.


O movimento da caminhada longuíssima então se transferira para o chão. Sentando na total escuridão, Turner sentia o assoalho balançar e inclinar-se sobre ele. O problema agora era comer sem que os outros se jogassem sobre a comida. Sobreviver requeria egoísmo. Mas por ora permaneceu imóvel, a mente esvaziada.

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sábado, 4 de janeiro de 2014

Livro: Reparação

Fazia muito tempo que eu queria ler esse livro. Muito tempo mesmo. Ainda mais depois que o filme foi lançado. Mas tive que esperar alguns anos. Agora calhou e pronto, missão cumprida.

Reparação é a história de uma família inglesa nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, no início do verão de 1935. Eles moram em uma grande casa do campo. O pai é um funcionário do governo e está sempre fora, trabalhando. A mãe vive com crises de enxaqueca, fechada no quarto. Os filhos, Leon, Cecilia e Briony estão cada um por si. Leon trabalha em Londres, em um banco. Cecilia terminou a faculdade e não sabe que rumo tomar. Briony, a caçula, tem 13 anos e descobriu que quer ser escritora. Ainda estão na casa os primos Lola, de 15 anos, e os gêmeos Jackson e Pierrot, filhos de tios que estão se divorciando. Paul Marshall, amigo de Leon, também está lá, assim como Robbie, o filho da faxineira.

Enquanto Cecilia e Robbie descobrem que a relação de amizade distante que tinham mudou muito, Briony deixa sua imaginação solta observando os movimentos da casa. E algo que ela vê começa a formar um enredo em sua cabecinha de criança. Seguem-se uma série de mal-entendidos que vão culminar num crime existente e num crime inventado. E as consequências daquele verão de 1935 vão acompanhar esses personagens por toda a vida.

O autor, Ian McEwan, foi muito feliz ao criar a história e, com ela, manipular de forma magistral o sentimento do leitor. Somos levados por uma prosa fluida e gostosa, um texto rico e simples, fácil de ler e difícil de largar. A trama vai envolvendo, as ideias sobre o futuro de cada personagem vão surgindo e, ao final, tudo muda. Fica aquele sentimento de vazio, de amargor; uma vontade enorme de rever a nossa própria vida para analisar cada passo dado, cada consequência, cada forma sutil em que o mal se instaura em nós e se espalha por aí. O "sem querer", que muitas vezes usamos como desculpa, mas que pode ter um efeito devastador em outras vidas, em outros tempos.

Foi um impacto forte. Daqueles que também dão vontade de ler toda a obra do autor.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Que seja leve

Acaba sendo meio ~instintivo~ fazer planos pro ano que começa. Quase sem pensar, chega dezembro e já vamos imaginando que em janeiro tudo será diferente.

O problema, pelo menos pra mim, é que os planos são sempre atropelados. Pelo dia a dia, pelas novidades, pela vida em família, por tudo. Quase como se fosse inúteeeeel planejar. E eu adoro um planejamento.

Então, que 2014 seja leve em esforços e de fácil planejamento. E, em vez de lista de planos, farei uma lista de desejos (sim, há muitas diferenças entre eles).

Desejo...
- que você tenha a quem amar... (desculpe, não resisti)
- conseguir otimizar meu tempo.
- ter tempo para ler o que eu gosto, ler o que eu preciso, doar os livros que não lerei de novo.
- trabalhar de forma otimizada, para sobrar tempo para descansar.
- ouvir mais música.
- arrumar um tempo pras atividades físicas, de preferência pra dançar.
- ter um método de organização que me permita trabalhar, me divertir, cuidar da família e ainda ter tempo pro ócio.

Também desejo...
- me importar menos com tudo que é desimportante, mas que insiste em bater na minha porta.
- ser mais leve ao lidar com a vovó e suas carências.
- liberar a memória daquelas coisas que pesam e que insistem em ser lembradas.
- sonhar mais.
- comer mais frutas.
- desapegar do chocolate.
- desapegar dos livros que moram no meu coração.

E ainda...
- ficar menos gripada.
- sentir menos refluxo.
- abandonar a enxaqueca (que tinha ido embora, mas voltou algumas vezes em 2013).
- diminuir o estresse.
- rir mais.
- sorrir mais.

Vem, 2014, mas que seja leve.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...