quarta-feira, 30 de abril de 2014

Filme: A conversação

The Conversation - 1974 (mais informações aqui)
Direção: Francis Ford Coppola
Roteiro: Francis Ford Coppola
Elenco: Gene Hackman, John Cazale, Allen Garfield

Filmado entre O Poderoso Chefão e O Poderoso Chefão II, A Conversação é um filme tenso que mostra o mundo da espionagem de uma forma bem interessante. O texto completo, para o Cinema de Buteco, está aqui.

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


terça-feira, 29 de abril de 2014

Citações 55

Da Sra. de Volanges, em As relações perigosas



Quem deixaria de estremecer pensando nas desgraças que pode causar uma só relação perigosa! E quantas mágoas se evitariam refletindo mais nisso! Que mulher não fugiria às primeiras palavras de um sedutor! Que mãe poderia, sem tremer, ver outra pessoa que não ela falar à sua filha?


_______________ 
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #28

1 - Celebrando a criança
Texto lindo (como são todos) da Andréa sobre o Theo, seu filho. Ler o que a Déa escreve sempre me traz alguma coisa boa. Seja um aprendizado, seja um simples sorriso no rosto.

2 - Dois homens tentaram fotografar Schumacher em seu quarto de hospital
Texto intrigante da Rosana Hermann sobre privacidade, essa coisa rara hoje em dia. Onde foi parar a nossa, heim?

3 - Não deveria, mas vai
A Anita Efraim fala nesse texto sobre sua última experiência num jogo de futebol e sobre como o futebol é um campo enorme pra exercitar o preconceito e o machismo. Boa reflexão.

4 - 5 motivos para não ser blogueira de moda
Virou moda ser "blogueira de moda". E parece que não tem nada mais bobo do que ser "a mais nova blogueira de moda". A Amanda Medeiros aconselha: não seja. Show!

5 - "A Metamorfose" em mangá
Da editora L&PM. A Metamorfose é um livro pequeno, mas muito intenso. A editora lança, agora, a obra em mangá. Para quem curte boa literatura e também é amante dos mangás, é uma boa pedida.

6 - Livros sobre cinema
Esse é um podcast, o Shot de Buteco, do Cinema de Buteco, aquele site lindo para qual eu colaboro ocasionalmente. E livros sobre cinema são sempre lindos. :-)

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 27 de abril de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

Perdendo o medo de falar em público

Quase todo mundo acha que quem faz jornalismo adora aparecer. Ou já vem preparado pra falar em público. Ou que sabe escrever de tudo. Ou, simplesmente, sabe de tudo.

Dessas acima, eu sempre sou cobrada pra escrever sobre tudo e pra todo mundo; e também sempre tem alguém que me pergunta coisas aleatória e que, quando eu respondo que não sei, a pessoa diz: "uai, mas você não é jornalista?". Felizmente, ninguém que me conhece acha que eu gosto de aparecer ou que saiba falar em público. E eu tenho enormes dificuldades para falar para pessoas. É bem diferente de fazer uma reportagem de TV ou de apresentar um programa, coisas que já fiz e que não são difíceis, ao menos pra mim. Mas falar em público é algo que me consome.

Daí que convidaram a empresa onde trabalho para uma palestra na Semana de Arquitetura da Escola de Minas e, como sempre, meus companheiros de trabalho deixam essas coisas na minha mão. É incoerente, eu sei, mas eles sempre fazem isso. Já comandei alguns treinamentos, mas nunca havia dado uma palestra na vida. Foram vários dias de preparo de conteúdo, mas a maior parte deles foram gastos em preparo psicológico mesmo. Não é fácil pra mim, acredito que nunca será. Mas pode ser um pouco menos difícil.

A palestra aconteceu e eu saí dela com uma sensação positiva. Espero que quem estava lá também tenha saído assim.


Tem mais fotos no blog da Converso :-)
_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Livro: Todo mundo que vale a pena conhecer

Li esse livro há alguns anos, logo que foi lançado no Brasil. Foi na rabeira do sucesso de O diabo veste Prada, que eu tinha lido e gostado bastante. Quando li Todo mundo que vale a pena conhecer, gostei ainda mais. Talvez por conta do universo profissional da Bette, a personagem principal. Ela é formada em literatura mas acaba trabalhando como consultora financeira. E quando não aguenta mais seu chefe, pede demissão e acaba em uma agência de relações públicas, promovendo eventos profissionais. E talvez seja essa loucura do mundo dos eventos que me fez gostar tanto do livro.

Não, eu não gosto de trabalhar com eventos. Sim, morro de preguiça deles. E de quase tudo o que envolve um evento. E a relação da Bette e de seu tio Will com o trabalho é o que eu mais gosto. Will é colunista de jornais e já está um pouco cansado do trabalho. Seu objetivo é tirar Bette da vida de consultora financeira e fazê-la aproveitar mais tudo o que Nova York pode oferecer. É assim que ele arruma para ela o emprego na Kelly & Company, a agência de RP que movimenta a maior parte da ação. No novo trabalho, Bette vai encontrar situações muito constrangedoras, como um namoro fictício com o solteiro mais cobiçado da mídia e a perseguição de uma colunista de fofocas. Também conhece um muito novo, em que as aparências valem mais do que tudo: é mais importante você usar uma it-bolsa, uma it-roupa, uma it-qualquer coisa. E Bette acaba sendo forçada a participar de algumas dessas loucuras.

No meio disso tudo, Bette conhece Sammy, que trabalha como segurança de uma das boates mais famosas do momento, o Bungalow 8. E Sammy se revela um cara muito bacana e cheio de habilidades - ele estuda culinária e está se preparando para ter seu próprio restaurante. O encontro dos dois vai render a parte romântica da história, e é bem bonitinho, mesmo não sendo muito convencional.

Outro dia eu estava à toa, esperando minha hora no salão de beleza e saquei o Kindle da bolsa (já falei aqui que ele tem sido meu companheiro em filas e demais momentos de espera) e procurei alguma coisa leve pra ler. E a única coisa leve que tinha era Todo mundo que vale a pena conhecer. E como tenho o livro no Kindle, doei o exemplar em papel. Por isso, o post vai sem foto. Ao final, a releitura da obra serviu pro que eu queria: coisas leves, apenas para divertir. Vamos ao próximo!

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Algum cheirinho de alecrim

Dia desses estávamos procurando um presente pra uma pessoa querida e acabamos na Vitaderm de Ouro Preto. Olhamos daqui e dali e não achamos nada com a cara da pessoa. Mas ficamos doidos com um aromatizador de ambientes de alecrim e arruda. É este aqui, e é delicioso. Acabamos comprando pra nós. E estamos usando enlouquecidamente em nosso quarto, nos armários, na roupa, na roupa de cama, nas toalhas.

E sempre que eu sinto esse cheiro de alecrim, além de lembrar da Semana Santa - porque quando os passos da Paixão são abertos, no Domingo de Ramos, para driblar o cheiro de ~guardado~, o pessoal coloca muito alecrim por lá - lembro da música Tanto Mar, do Chico Buarque. Especialmente da parte que ele fala sobre o cheirinho de alecrim, claro.

Daí que fui atrás da música e da letra, de novo. E, pra variar, me emocionei. Com as duas letras - a primeira foi censurada - e com um vídeo que mostra cenas da Revolução dos Cravos, que inspirou a música.

As duas letras estão no site do Chico. O vídeo vai abaixo.




Tanto mar, tanto mar...

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...

domingo, 20 de abril de 2014

Pensar



Daqui.
_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


sábado, 19 de abril de 2014

Uma lista de livros para a vida

Dia desses, caí no blog Me Livrando e encontrei a lista de livros que Alberto Mussa indicou em um dos cursos de escrita para romances. É uma lista enorme. Alguns eu já li, outros estão na vontade e uns eu nem ouvi falar. Vou copiar a lista abaixo, linkar o que eu tenho aqui e marcar (em negrito) os outros que eu já li mas nunca escrevi sobre. E tentar completar a leitura um dia desses. Vai que, né?

1. Tristão e Isolda (prosificação francesa, 1230) (aqui)
2. A demanda do Santo Graal (prosificação portuguesa. 1350)
3. Menina e moça (Bernardim Ribeiro, 1554) 
4. Lazarilho de Tormes (1554)
5. Dom Quixote (Cervantes, 1605)
6. Peregrinação (Fernão Mendes Pinto, 1614) 
7. Robinson Crusoé (Defoe, 1720)
8. Moll Flanders (Defoe, 1722) 
9. O castelo de Otranto (Walpole, 1764) 
10. As ligações perigosas (Laclos, 1782) (aqui)
11. Os cento e vinte dias de Sodoma (Sade, 1791)
12. As afinidades eletivas (Goethe, 1809)
13. Frankestein (Maiy Shelley, 1818)
14. Ivanhoé (Scott, 1819)
15. O  último dos moicanos (Cooper, 1826) 
16. Os noivos (Manzoni, 1827)
17. O vermelho e o negro (Stendhal, 1830)
18. Nossa Senhora de Paris (Hugo, 1831)
19. Pai Goriot (Balzac, 1834)
20. O herói do nosso tempo (Liermontov, 1840)
21. Os três mosqueteiros (Dumas, 1844) 
22. Eurico , o presbítero (Herculano, 1844) 
23. O conde de Monte Cristo (Dumas, 1846)
24. O duplo (DostoievsM, 1846)
25. A prima Bete (Balzac, 1846)
26. O primo Pons (Balzac, 1847)
27. O morro dos ventos uivantes (Emily Brontê, 1847)
28. O monge de Cister (Herculano, 1848)
29. A letra escarlate (Hawthome, 1850)
30. Moby Dick (Melville, 1851) 
31. Memórias de um sargento de milícias (Manuel Antônio, 1852)
32. Madame Bovary (Flaubert, 1857) 
33. O guarani (Alencar, 1857) 
34. Os miseráveis (Hugo, 1862)
35. Lucíola (Alencar, 1862)
36. As minas de prata (Alencar, 1865)
37. Crime e castigo (Dostoievski, 1866) 
38. Guerra e paz (Tolstói, 1869) 
39. A luneta mágica (Macedo, 1869) 
40. A retirada da Laguna (Visconde de Taunay, 187 ?)
41. O crime do padre Amaro (Eça, 1875) 
42. Senhora (Alencar, 1875)
43. Ana Karênina (Tolstoi, 1877) 
44. O bobo (Herculano, 1878) 
45. O primo Basílio (Eça, 1878)
46. Os irmãos Karamazov (Dostoievski, 1879)
47. Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado, 1881)
48. O mulato (Aluísio Azevedo, 1881)
49. A ilha do tesouro (Stevenson, 1883)
50. Estranha confissão (Tchekhov, 1885)
51. Germinal (Zola, 1885)
52. O estranho caso do doutor Jekyll e Mister Hyde (Stevenson, 1886)
53. A morte de Ivan litch (Tolstoi, 1886) 
54. O homem do cavalo branco (Storm, 1887)
55. Os Maias (Eça, 1888) 
56. O Ateneu (Pompéia, 1888) 
57. O morgado de Ballantrae (Stevenson, 1889)
58. O cortiço (Aluísio Azevedo, 1889)
59. O retrato de Dorian Gray (Wilde, 1890) 
60. Quincas Borba (Machado, 1891)
61. Quo vadis? (Sienkiewicz, 1895)
62. A máquina do tempo (Wells, 1895)
63. Bom-Crioulo (Caminha, 1895)
64. A ilustre casa de Ramires (Eça, 1900)
65. Luz em agosto (Faulkner, 1932)
66. A condição humana (Malraux, 1933)
67. São Bernardo (Graciliano, 1934)
68. Os ratos (Dionélio Machado, 1934)
69. Assassinato no Expresso do Oriente (Agatha Christie)
70. Caminhos cruzados (Veríssimo, 1935)
71. Marafa (Marques Rebelo, 1935)
72. Angústia (Graciliano Ramos, 1936)
73. Fronteira (Cornélio Pena, 1936)
74. O amanuense Belmiro (Ciro dos Anjos, 1937)
75. Pedra Bonita (José Lins, 1938)
76. Rola-Moça (João Alphonsus, 1938)
77. Palmeiras selvagens (Faulkner, 1939)
78. O caso dos dez negrinhos (Agatha Christie)
79. A invenção de Morei (Bioy Casares, 1940)
80. 0 deserto dos tártaros (Buzzati, 1940)
81. O estrangeiro (Camus, 1942)
82. As brasas (Márai, 1942)
83. Fogo morto (José Lins, 1943)
84. Terras do sem-fim (Amado, 1943)
85. Os servos da morte (Adonias, 1946)
86. A peste (Camus, 1947)
87. O intruso (Faulkner, 1948)
88. Presença de Anita (Mário Donato, 1948)
89. O túnel (Sabato)
90. O céu que nos protege (Paul Bowles, 1949)
91. A cidade sitiada (Lispector, 1949)
92. Homens de milho (Asturias, 1949)
93. O tempo e o vento (Veríssimo, 1949)
94. Contramão (Antonio Olavo Pereira, 1950)
95. Memórias de Adriano (Yourcervar, 1951)
96. A colméia (Cela, 1952)
97. Nuvens de pássaros brancos (Kawábata, 1952)
98. Dom Casmurro (Machado, 1900)
99. Coração das trevas (Conrad, 1902)
100. O falecido Matia Pascal (Pirandelo, 1904)
101. Esaú e Jacó (Machado, 1904) 
102. O anjo azul (Heinrich Mann, 1906)
103. O jovem Torless (Musil, 1906)
104. O homem que era Quinta-feira (Chesterton, 1908}
105. Os sete enforcados (Andreiev, 1908)
106. Memorial de Aires (Machado, 1908)
107. O ajudante (Walser, 1908)
108. Jakob von Gunten (Walser, 1909)
109. Morte em Veneza (Th Mann, 1912)
110. A senhora Beate e seu filho (Schnitzler, 1913)
111. No caminho de Swann (Proust, 1913)
112. Os subterrâneos do Vaticano (Gide, 1914)
113. Triste fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto, 1916) 
114. A metamorfose (Kafka, 1917) (aqui)
115. O companheiro de viagem (Krúdy, 1918)
116. A consciência de Zeno (Svevo, 1923)
117. Passagem para a índia (Forster, 1924)
118. O processo (Kafka, 1925)
119. A novela do bom velho e da bela mocinha (Svevo, 1926) 
120. Breve romance de sonho (Schnitzler, 1926}
121. Aurora (Schnitzler, 1926)
122. O assassinato de Roger Ackroyd (Agatha Christie, 1926) 
123. Ao farol (Woolf, 1927)
124. Adrienne Mesurat (Julien Green, 1927)
125. Therese Desqueyroux (Mauriac, 1927)
126. O caso Maurizius (Wassermann, 1928}
127. Crônica de uma vida de mulher (Schnitzler, 1928)
128. O amante de Lady Chatterley (Lawrence, 1928) 
129. Macunaíma (Mário de Andrade, 1928)
130. O som e a füria (Faulkner, 1929}
131. O estaleiro (Onetti, 1961}
132. O dia da coruja (Sciascia, 1961)
133. Ninguém escreve ao coronel (Garcia Márquez, 1961)
134. Aventura ambígua (Cheikh Hamidou Kane, 1961)
135. Os velhos marinheiros (Amado, 1961} 
136. O fiel e a pedra (Osman Lins, 1961)
137. Capim em chamas (Cyprian Ekwensi, 1962)
138. Hora di bai (Manuel Ferreira, 1962)
139. O general do exército morto (Kadaré, 1963}
140. O braço direito (Otto Lara Resende, 1963)
141. Junta-cadáveres (Onetti, 1964)
142. O coronel e o lobisomem (Cândido de Carvalho, 1964)
143. A ostra e o vento (Moacir Lopes, 1964}
144. O forte (Adonias, 1965)
145. O vampiro de Curitiba (Dalton, 1965)
146. Chapadão do bugre (Palmério, 1965)
147. A cada um o seu fSciascia, 1966)
148. Portagem (Oriando Mendes, 1966)
149. Tempo de migrar para o norte (Tayeb Salih, 1966)
150. A ordem de pagamento (Sembene Ousmane, 1966)
151. O casamento (Nelson Rodrigues, 1966)
152. Dona Flor e seus dois marido (Amado, 1966)
153. A hora dos ruminantes (José J Veiga, 1966)
154. O mundo alucinante (Reinaldo Arenas, 1967)
155. Cem anos de solidão (Garcia Márquez, 1967) (aqui)
156. Jorge, um brasileiro (França Júior, 1967)
157. Um nome para matar (Maria Alice Barroso, 1967)
158. Ópera dos mortos (Autan Dourado, 1967)
159. Quarup (Callado, 1967}
160. O delfim (Cardoso Pires, 1968)
161. A obra em negro (Yourcenar, 1968)
162. O limão (Mohammed Mrabet, 1969) 
163. A casa da água (Olinto, 1969}
164. O velho e o mar (Hemingway, 1952)
165. Os passos perdidos (Carpentier, 1953)
166. O senhor das moscas (Golding, 1954) (aqui)
167. Gente da cidade (Ekwensi, 1954)
168. A menina morta (Cornélio Pena, 1954)
169. Noite (Veríssimo, 1954)
170. Ciranda de pedra (Lygia, 1954)
171. Pedro Páramo (Rulfo, 1955)
172. Lolita (Nabokov, 1955)
173. A chave (Tanizaki. 1956)
174. O velho preto e a medalha (Oyono, 1956}
175. Climbiê (Dadié, 1956)
176. O Cerco (Carpentier, 1956)
177. Entre dois palácios (Nagib Mahfuz, 1956)
178. Grande sertão: veredas (Guimarães Rosa, 1956) 
179. Doramundo (Geraldo Ferraz, 1956)
180. O tronco (Êlis, 1956)
181. A lua vem da Ásia (Campos de Carvalho, 1956)
182. A pane (Dürrenmatt, 1957)
183. A madona de cedro (Callado, 1957)
184. O leopardo (Lampedusa, 1958)
185. Nosso homem em Havana (Greene, 1958)
186. O mundo se despedaça (Chinua Achebe, 1958)
187. Gabriela, cravo e canela (Amado, 1958)
188. O bebedor de vinho de palmeira (Tutuola, 1959)
189. Eloy (Droguett, 1959)
190. Asfalto selvagem (Nelson Rodrigues, 1959)
191. Crônica da casa assassinada (Lúcio Cardoso, 1959)
192. Maria de cada porto (Moacir Lopes, 1959)
193. Pornografia (Grombowicz, 1960)
194. A trégua (Mário Benedetti, 1960)
195. Os flagelados do vento leste (Manuel Lopes, 1960) 
196. Sundjata ou a epopéia mandinga (Tamsir Niane, 1960)
197. Ópera dos mortos (Autan Dourado, 1967)
198. Quarup (Callado, 1967)
199. Fundador (Nelida Pinon, 1969)
200. Tenda dos Milagres (Amado, 1969)
201. De uma costela torta (Nuruddin Farah, 1970)
202. Incidente em Antares (Veríssimo, 1971)
203. A pedra do reino (Suassuna, 1971)
204. Sargento Getúlio (João Ubaldo, 1971)
205. O homem de macacão (França Júnior, 1972)
206. A casa da paixão (Pinon, 1972)
207. As cidades invisíveis (Calvino, 1972)
208. O castelo dos destinos cruzados (Calvino, 1973) 
209. Pantaleão e as visitadoras (Llosa, 1973)
210. A vida verdadeira de Domingos Xavier (Luandino, 1974) 
211. Os sinos da agonia (Autran Dourado, 1974)
212. Os tambores de São Luís (Montello, 1975)
213. As velhas (Adonias, 1975}
214. O belo imundo (Mudimbe, 1976)
215. Essa terra (Antonio Torres. 1976)
216. A festa (Ivan Ângelo, 1976)
217. Galvez, o imperador do Acre (Márcio Souza, 1976)
218. Lavoura arcaica (Raduan Nassar, 1976)
219. Maíra (Darci Ribeiro, 1976)
220. Kâhitu (Uanhenga Xitu, 1977)
221. A hora da estrela (Lispector, 1977)
222. Os tambores silenciosos (Josué Guimarãs, 1977)
223. Três mulheres de três ppp (Paulo Emílio, 1977)
224. Tia Julia e o escrevinhador (Vargas Llosa, 1978)
225. A vida modo de usar (Pérec, 1978)
226. Enquanto a noite não chega (Josué Guimarães, 1978) 
227. A harpa e a sombra (Carpentier, 1979)
228. Dois crimes (Ibarguengoitia, 1979)
229. O castelo branco (Pamuk, 1979}
230. O nome da rosa (Eco, 1980)
231. Mayombe (Pepetela, 1980}
232. Abril despedaçado (Kadaré, 1980)
233. O rei de Ketu (Glinto, 1980)
234. Crônica de uma morte anunciada (Garcia Márquez, 1981)
235. Ninguém ama os náfragos (Mário Pontes, 1981)
236. Noites das mil e uma noites (Mahfuz, 1982)
237. A casa dos espíritos (Allende, 1982)
238. Memorial do convento (Saramago, 1982)
239. O enteado (Saer, 1983)
240. A torre ferida por um raio (Arrabal, 1983)
241. Yaka (Pepetela, 1984)
242. Rastro de fogo que se afasta (Luis Goytisolo, 1984)
243. 0 passo-bandeira (França Júnior, 1984)
244. Viva o povo brasileiro (João Ubaldo, 1984)
245. Justiça (Durrenmatt, 1985)
246. Os varões assinalados (Tabajara Ruas, 1985)
247. O caso do martelo (José Clemente Pozenato, 1985)
248. Sombra severa (Carrero, 1986)
249. Bufo e Spallanzani (Rubem Fonseca, 1986)
250. Adriana em todos os meus sonhos (René Depestre, 1988)
251. Dossiê H (Kadaré, 1989)
252. Texaco (Patrick Chamoiseau, 1992)
253. Lituma nos Andes (Vargas Llosa, 1993)

254. Desonra (J M Coetzee, 1999)

De 254, li 34. É... tem alguma coisa errada na minha vida o_0
_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...

quinta-feira, 17 de abril de 2014

E o Gabo se foi...

Hoje o Gabriel García Márquez morreu.

E eu fiquei triste como se fosse alguém que eu conheço. Isso porque eu só li um de seus livros, o Cem anos de solidãoeste ano.

E assim que soube da morte dele, li dois textos. Um do pai da Anamyself, sobre uma viagem que fez à Colômbia, quando visitou lugares que inspiraram personagens, cenários e livros do autor. O texto original está aqui e merece ser lido.

O outro foi relido. É o discurso do Gabo quando ganhou o Novel de Literatura, em 1982. Esse texto abre a minha edição de Cem anos de solidão e é tão profundo, tão bonito, que não é só pela morte do autor que merece ser lido. É justamente por ser um texto de impacto profundo, necessário para nós que somos latinos. Pode ser lido aqui, em espanhol, mas tem também uma versão em inglês.

Vou sentir saudades [mesmo que seja estranho sentir saudades de alguém que a gente só lê].
Mas ainda bem que os livros dele ficam :-)
_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #27

1 - Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana
Não concordo 100% com o texto, mas uma coisa eu digo: a rejeição é mesmo como um soco no estômago o tempo todo. E é uma dor que, sim, pode ser revivida. É engraçado como, no dia a dia, eu já não sinta mais essa dor. Mas basta relembrar o passado que dói tudo de novo. Mas vida que segue, né?

2 - We should all be feminists: Chimamanda Ngozi Adichie at TEDxEuston
Olha, a cada dia que passa fico mais fã da Chimamanda. Já li dois livros dela (Hibisco roxo e Meio sol amarelo) e vi outro vídeo fantástico, Os perigos de uma história única. Neste ela fala sobre o feminismo e mostra de forma clara que TODOS nós devíamos ser feministas. E que o feminismo não é o oposto do machismo, mas o respeito por todos os seres humanos. 

3 - Mimados
Tirinha muito bacana no Trilhos Urbanos sobre uma certa geração que anda me assustando. Muito bom. 

4 - Mitos mochileiros
Eita vontade de viajar! Aqui, o Jonathan fala sobre dez mitos sobre quem viaja como mochileiro. Fala sobre valores monetários, valores de viagem, higiene, planejamento e mais. Bacana!

5 - Um elogio à tristeza
Num mundo em que mostrar felicidade é o comum - ou mais, é o exigido - a Fernanda fala lindamente sobre tristeza. Um viva a ela!

6 - Selvageria no cinema
Há algo errado ou estamos mais violentos, mais intolerantes, menos educados, menos humanos? Texto do Luiz Zanin, pra se pensar um cadinho.

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Livro: Presentes da vida



Esse livro caiu na minha mão por acaso. Li na net, não lembro mais onde, que alguém indicava Presentes da vida como um dos seus livros favoritos, que deveria ser lido e tinha uma história maravilhosa. Olhei a capa e pensei que, como uma capa dessas, o livro tinha que ser muito bom pra conseguir ser lido (momento de preconceito contra capas feias). Aí, no carnaval, encontrei esse livro no quarto do Leo, na casa dos pais dele. Concluí que era da sogra (ela não é muito chegada em romances, mas tentou ler alguns. A onda dela é mais de livros de psicologia e biografia). O livro estava marcado entre as páginas 18 e 19. Ou seja, a sogra não tinha lido nada dele e o abandonou. Resolvi voltar pra Ouro Preto com o livro na mala e comecei a ler assim que foi possível.

É a história de Darcy, uma garota americana, moradora de Nova York, muito bonita e muito fútil. Ela conta como sua vida mudou depois que cancelou seu casamento com Dex faltando apenas uma semana para a cerimônia. Isso porque, após ter um caso com um dos melhores amigos de seu noivo, ela descobriu que estava grávida. Mas, ao contar para Rachel, sua melhor amiga, sobre o término do noivado, ela percebe que Rachel e Dex estavam tendo um caso. Darcy se sente traída pelos dois e vai chorar as mágoas com Marcus, pai de seu filho. Mas as coisas não ficam bem: ela está obcecada com o relacionamento entre Rachel e Dex e quer, a todo custo, que os dois venham pedir desculpas. Seu relacionamento com Marcus está indo de mal a pior e ela ainda briga com a família e com as colegas de trabalho. Tudo porque o ego de Darcy é maior que o mundo.

É sua amiga Annalise que dá a ideia: ela deveria procurar Ethan, antigo colega de escola, que agora mora em Londres, para passar uma temporada com ele e repensar sua vida e suas escolhas. Meio a contragosto, Ethan aceita a visitante inesperada. E, aos poucos, ele vai mostrando a Darcy que a suas escolhas erradas a fizeram chegar onde estava: sem amigos, sem família, sem namorado, sem emprego e com um bebê a caminho.

A história é bonitinha, especialmente a terça parte, quando Darcy começa a mudar de atitude. Mas até isso chegar, dá vontade de entrar no livro e sacudir a garota, fazendo ela acordar pra vida. Pelamor, que personalidade mais chata! Eu só pensava que não sabia como a Rachel tinha aturado a Darcy por tanto tempo. Enfim, quando ela resolve ser uma pessoa melhor, as coisas ficam mais tranquilas pra empatia da personagem. No final, eu já estava torcendo por ela.

O que eu não gostei:
- a capa é horrorosa. Parece um daqueles livros terríveis de autoajuda.
- a fonte e o espaçamento do texto são enormes. Isso faz com que o livro tenha mais de 300 páginas, mas pouco conteúdo. Se fosse uma diagramação normal, não precisaria de tantas páginas.
- a Darcy dos primeiros dois terços do livro é uma insuportável. E me lembrou muita gente conhecida de quem tenho horror, gente que prefere cabelo-roupa-sapato-maquiagem a ser uma pessoa legal, que se preocupa com os outros.
- o título em português é mega autoajuda. Em inglês é Something blue, bem mais apropriado.

O que eu gostei:
- o livro tem mesmo uma mensagem bacana sobre como a futilidade da vida só prejudica os relacionamentos interpessoais.
- o texto é mais bem escrito do que o normal desse tipo de livro.
- a leitura é fluida e logo-logo o livro termina, sem grandes sofrimentos (ao menos pra mim, que não curto muito esse tipo de livro)

Hora de devolver pra sogra...
_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Chuva de ideias

O sono vem fácil, quase com hora marcada. E basta "horizontalizar o esqueleto", como diz o tio Bonner, para dormir. Mas não é um sono só. São vários sonos curtos. E vários momentos de acordar, só para perceber que ainda é possível continuar dormindo. Entre esse acorda-dorme-acorda-dorme, novas ideias pulam, novos pensamentos surgem, certos insights voam, pedindo para serem seguros com força, com as duas mãos.

Mas enquanto dorme-acorda-dorme-acorda, quem diz que há forças para segurar as ideias, agarrar os insights, anotar os pensamentos? E o que não é anotado e registrado foge pela janela some na imensidão da noite e não volta mais.

E a pessoa que dorme-acorda-dorme-acorda, quando finalmente desperta, fica a ver navios.

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


segunda-feira, 7 de abril de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #26

1 - Um dia isto tinha que acontecer
Texto fantástico do Mia Couto sobre a atual geração de jovens. Dá até medo de pensar no futuro, mas é necessário pensar nele para que se produza algo melhor no mundo.

2 - 10 formas de convencer seus pais de que vale a pena estudar jornalismo
Post engraçadinho do Duda Rangel sobre essa paixão que temos pelo jornalismo e que nossas famílias insistem em tentar nos desaconselhar. Passei por isso ao convencer certas pessoas de que era mesmo jornalista que eu queria ser. E ouvi várias vezes que "eu não vou sustentar você".

3 - Se os artistas plásticos fossem arquitetos...
Do Blog da Arquiteta, uma leitura muito bacana sobre arte moderna e arquitetura. Vale a visita.

4 - Um bolo para Laura Brown
O Gui Poulain é um fofo, suas criações na cozinha são lindas (e devem ser deliciosas) e ele é extremamente sensível. Foi convidado por um jornal de BH para fazer um prato para um personagem do cinema. Ele escolheu Laura Brown, personagem de Julianne Moore em As horas, um dos meus filmes favoritos. Uma leitura muito fofa!

5 - Sobre a Olívia... e todo do resto!
Vi esse link pela Mariana Rogedo, minha amiga há anos. E fiquei fascinada com o texto da Nathália Mesquita sobre preconceitos infantis e adultos e como nossas vidas poderiam ser bem melhores sem eles.

6 - Minha coleção de livros sobre Ouro Preto
Do meu amigo Valter que, além de dono da Set Palavras, escreve no Prost e Tudo. O texto é uma delícia (ele manda muito bem!) e ainda dá muita vontade de mergulhas no mundo dos livros sobre Ouro Preto.

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


sábado, 5 de abril de 2014

Livro: Um bonde chamado desejo



Já comentei aqui que nunca fui muito fã de literatura americana. Mas que quebrei a cara ao ler O grande Gatsby, que é perfeito da primeira à última linha. Por outro lado, sempre tive curiosidade de ler Um bonde chamado desejo. Comprei o DVD do filme Uma rua chamada pecado e não assisti, pensando na possibilidade de um dia ler o livro. E eis que a vida me deu de presente a Juliana Reis. Uma pessoa tão especial que eu nem tenho palavras pra descrever. A Ju é tão, mas tão querida! E um dia ela foi me visitar levando um presente nas mãos. Era Um bonde chamado desejo, livro que a mãe dela leu quando participava do GLTA, o grêmio fundado pelo meu padrinho. A Ju também leu o livro e sempre gostou dele. E, por este ano ser o centenário do meu padrinho, ela resolveu me dar de presente aquela história que marcou tanto a família dela. Só essa história seria suficiente pra me fazer amar o presente. Mas além disso, é um livro que sempre quis ler e uma história apaixonante.

Um bonde chamado desejo é uma peça de teatro que estourou, com Marlon Brando no papel principal. O sucesso foi tanto que o diretor Elia Kazan pediu ao autor, Tennessee Williams, para fazer o roteiro cinematográfico e o filme foi sucesso, novamente com Brando no papel principal.

É a história de Blanche, uma moça que foi rica e perdeu todos os seus bens. Passando por uma crise de nervos, ela vai viver com a irmã, Stella, em Nova Orleans. Stella mora com Stanley, seu marido, e está grávida do primeiro filho. O primeiro movimento de Blanche é se chocar com a forma como a irmã vive. Stella e Stanley alugam o primeiro andar de uma casinha num bairro pobre de Nova Orleans. Apenas dois cômodos, o misto de sala e cozinha e, sem porta que o separasse, o quarto. Blanche dormiria na sala. Seus hábitos mais refinados, dados a longos banhos, roupas chiques e muitos acessórios, batem de frente com os de Stanley, um ex-militar grosseiro, machista e irritável.

A relação entre os três personagens move a história. Blanche, com sua futilidade, é o retrato de uma aristocracia decadente. Stanley é o sensual representante da classe trabalhadora. Stella é a mulher dividida entre a antiga família e a nova, entre a proteção que quer dar à irmã e o devotamento ao marido. O desejo sexual feminino, a violência dos trabalhadores, a violência contra a mulher, a opressão de muitas formas vêm à tona o tempo todo. E, ao fundo, sempre um jazz tocado, na casa logo após a esquina.

É uma história universal, que merece ser lida. E o filme já vai sair da prateleira...

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Filme: A caça

Jagten - 2012 (mais informações aqui)
Direção: Thomas Vinterberg
Roteiro: Tobias Lindholm, Thomas Vinterberg
Elenco: Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Annika Wedderkopp

A caça foi um dos indicados ao Oscar de filme estrangeiro em 2014. E eu nem me interessei muito em ver. Mas o Valter, dono da Set Palavras, que vive me indicando livros e filmes, me disse para não deixar de ver essa obra. E, olha... foi tudo de bom.

O filme conta a história de Lucas, um professor de uma escola infantil numa cidade pequena. Ele é atencioso e muito querido pelos alunos. Uma das crianças, Klara, é filha de seu melhor amigo. A família de Klara é um tanto maluca. Ela tem cinco anos e é bastante negligenciada pelos pais. Um dia, Lucas encontra Klara sozinha no mercado: ela saiu de casa e foi até lá sem que seus pais percebessem e não sabia mais voltar. Em outra ocasião, ela está na porta de casa, na hora de ir para a escola, e seus pais estão dentro de casa tendo uma discussão acalorada. Lucas passa pelo local e é o responsável por levar Klara para a escola. O irmão mais velho de Klara ri com um amigo vendo um filme de sexo explícito num tablet. Os dois mostram uma das cenas para a menina, que se sente mal. É nesse ambiente, sem muita atenção, que Klara começa a notar a presença de Lucas.

Um dia, na escola, Klara dá um beijo na boca de Lucas e coloca no bolso dele uma cartinha com um coração. O professor repreende a menina, dizendo que, na idade dela, só se deve beijar na boa dos pais. Ele ainda devolve o coração. A criança, mais uma vez, se sente colocada de lado. Ao fim do dia, ela diz à diretora da escola que Lucas mostrou a ela o seu órgão sexual (e repete as palavras de seu irmão mais velho ao lhe mostrar o filme pornô). A diretora, então, sem conversar direito com Lucas, presume o abuso sexual e toma providências.

A sequência do filme é a luta de Lucas para provar que não é um abusador de criancinhas. O relato de Klara é ampliado e outras crianças começam a repeti-lo. Como a cidade é pequena, Lucas passa a ser acusado por todos e sofre todo tipo de ofensa, especialmente do pai de Klara, até então, seu melhor amigo. Apenas um de seus amigos se mantém fiel, além de seu filho, Marcus.

É cruel ver como a dúvida - que só os espectadores sabem não ser real - muda todos os personagens dessa história. Leo ainda me chamou a atenção para o profissional (que deveria ser um psicólogo) que vai conversar com Klara para definir se houve ou não abuso é tão despreparado que confunde ainda mais a cabeça da menina. E que não há, na cidadezinha, um único psicólogo que preste. A tensão do filme vai aumentando, a revolta contra todos - até contra aquela linda menininha - vai ficando maior. Até o fim do filme, que é muito impactante.

Realmente, ótima dica do Valter! Um filmão, que não ganhou o Oscar, mas cumpriu bem o seu papel.

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


terça-feira, 1 de abril de 2014

Citações 54

De Cem anos de solidão:



… o passado era mentira, que a memória não tinha caminho de regresso, que toda primavera antiga era irrecuperável, e que o amor mais desatinado e tenaz não passava de uma verdade efêmera.


_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...