sábado, 17 de janeiro de 2015

Amigo secreto das Meninas da Laje

Não sei mais quando foi a primeira vez que fizemos o Amigo Secreto das Meninas da Laje e tô com preguiça de procurar. O fato é que eu adoro, tanto as meninas quanto a interação, a surpresa, o carinho.

As Meninas da Laje são pessoas muito especiais pra mim. Nos conhecemos aqui mesmo, nas interwebs da vida, blogando, passeando de um blog pro outro, comentando, trocando links no finado e querido Google Reader, indo pro Twitter, depois pro Facebook, pro WhatsApp. O principal nem é o canal, é que as Meninas da Laje vieram pra minha vida. E isso ninguém tasca.

Porém, 2014 foi um ano da pesada. E quando começou a vir novembro, pensei em abrir mão do Amigo Oculto porque tava difícil demais conviver com a ausência da Tia Ylza. Já fui me preparando pra falar que, desta vez, eu ia ficar só na janelinha observando o movimento.

Mas eis que, numa dessas análises da vida, cheguei à conclusão que eu estava precisando muito, mas muito mesmo, de um abraço bem forte, bem apertado, bem carinhoso. E as Meninas da Laje são pessoas que poderiam me proporcionar isso, porque carinho sobra nesse grupo. Então, quando começamos a conversar sobre o AS, fui clara com as meninas: apesar do ano cagado ruim, eu participaria do AS porque precisava muito de um abraço.

E o abraço veio, ali mesmo, durante as nossas conversas. Bem antes do sorteio eu já podia sentir aquela coisa boa, aquele carinho especial que as meninas sempre me proporcionam.

Sorteio feito, vovó ficou doente. E eu não tive tempo ou cabeça pra preparar um presente de verdade pra pessoa que eu tirei. Nem a carta à mão, que eu super gosto de fazer, consegui. Acabei comprando o que minha amiga secreta queria, mas foi super impessoal, porque comprei via net, esqueci de marcar que era presente e de colocar qualquer identificação. Acho que ela me perdoou pelo lapso. O momento era complicado. Poucos dias depois de enviado o presente, vovó faleceu.

E como eu estava envolvida demais com as coisas burocráticas do falecimento (posso até dar consultoria sobre o assunto, dado o tanto que aprendi sobre em 2014), nem prestei mais atenção ao AS. Esqueci mesmo. Só lembrava quando uma das meninas postava a foto de um presente recebido. O meu demorou um pouquinho pra chegar. E, quando veio, eu estava no trabalho. Me avisaram que uma caixa tinha sido entregue. Precisei esperar o momento de voltar pra casa pra descobrir quem era a minha amiga querida.


Foto da revelação do presente

Postei, inicialmente, só essa parte do presente. É... isso é só uma parte. Porque se eu postasse o restante, as meninas iam descobrir de cara! E o nosso objetivo é só revelar de quem veio o presente ao mesmo tempo, nos blogs.

Veja bem: tem itens de papelaria (post-its, bloquinho, caneta, prendedor de papel, pendrive) e uma agenda linda, super artística, com imagens de quadros que eu amo, além de fotos belíssimas. Com a agenda, um marcador de livro do Chaplin, em ímã. Também um livro da Agatha Christie, que eu nunca li! As meninas brincam que só tem dois que eu não li, o que não é verdade. Digamos que tem uns 12 ou 13. E tem tempo que não leio Agatha. Ou seja... logo logo, Morte na Mesopotâmia estará lido. É muitamô!

Cuca achando que era pra ela :-)

A parte que todo-mundo-ia-sacar teve que ser bem escondidinha, até agora. Mas a Cuca já estava lá, fuçando, achando que as coisas comestíveis eram pra ela. Sim!!! teve bastante coisa gostosa.

Mas antes: teve uma caixa com seis cartões postais da cidade onde a minha amiga secreta mora. Não conheço, mas deu, mais uma vez, vontade de passar por lá um dia desses :-) Em três, vieram mensagens lindas, o abraço que eu precisava tanto, materializado, mais uma vez.

Olha que lindeza

E que delicadeza!

Foi a Jullyane Teixeira, essa piauiense linda, moradora de Teresina, quem me tirou e quem me enchei de mimos.

Delícias do Piauí - e a Cuca ali no cantinho, de olho

Veio castanha de caju, cajuzinho de caju (mineiro tá acostumado com cajuzinho de amendoim) e rapadura de caju. Veio cajuína e uma aguardante, que acabei esquecendo de fotografar separado. E que desapareceram rapidinho. Em especial, o cajuzinho e a rapadura me lembraram demais a vovó. Ela ia adorar. Como já tinha gostado da outra vez que a Ju me tirou e enviou dois Kits-Piauí - um deles, quebrado pelos Correios. E vovó fez a festa com os docinhos.

Ju, amei os presentes. Mas, mais que eles, amei o carinho, as mensagens por e-mail, no grupo, nos cartões. Era o que eu precisava. Amei mesmo, muito.

À medida que as Meninas da Laje forem postando suas revelações, eu linko aqui:

Anabel
Ana Clara
Juliane
Jullyane
Lu
Quel

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...