quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Alineatoridades - Agosto 2016

Sessão nova por aqui. A ideia é reunir coisas legais que usei / vivi durante o mês. É mais um daqueles lembretes pra mim mesma, porque tem muita coisa interessante que eu esqueço. Memória nunca foi meu forte.

Vamos lá!

Comida
Foi um mês de coisas exóticas - pelo menos pra mim, que tenho paladar super infantil. Pela primeira vez na vida, experimentei "doce de feijão". Foi uma experiência estranha, e não sei dizer até agora se gostei ou não. Tem um lado bem gostoso, mas outro que ainda não consigo identificar.

Mas a melhor comida do mês foi a salada de tomatinho da Ana Paula. Meu primeiro contato com ela foi na casa da Michelle, em um encontro muito divertido que tivemos por lá. Depois, a Ana fez aqui em casa, numa noite divertidíssima, quando ela e Elias dormiram por aqui. Daí, Leo fez alguns dias depois, pro nosso almoço.

Como as receitas sempre são malucas, não tem quantidade certa de nada. Mas tem felicidade, hahahaha.

Um pacote de tomatinho cereja, picado;
Queijo Minas picado (pode ser frescal, pode ser mais curado. Eu gosto de meia cura);
Manjericão em pedaços, a gosto;
Pimenta do reino, a gosto;
Sal, a gosto;
Azeite (de preferência, bem fresco), até regar bem.
Servir em seguida.


Livro
Li bem pouco e, sim, a culpa é do mestrado, que suga todas as minhas energias pras leituras técnicas. Tenho um livro abandonado e muitos outros na pilha de leitura, acumulados.

Mas teve Admirável mundo novo, que reli pro Clube de Leitura. A primeira lida eu tinha uns 16 anos e foi muito impactante. Ainda hoje, o impacto foi grande, já que o livro é atemporal, mas muito atual. Porém, consegui até me divertir com algumas situações. Em breve, falo mais sobre ele.


Música
Foi um mês cheio de música clássica, porque só assim pra escrever dissertação. A música clássica me deixa focada de forma única, e tem sido minha melhor amiga nesses dias dedicados a escrita de artigos, projetos, organização de eventos acadêmicos e, claro, a dita análise da dissertação.

Mas aí o Vander Lee morreu e eu escutei a discografia dele em sequência, em looping, por alguns dias. Sofrendo com a partida precoce, mas feliz por lembrar de tantos momentos legais da minha vida que ele embalou. Um exemplo é o show Pensei que fosse o céu.




Série
Eu podia? Não. O mestrado e bla-bla-blá. Mas não resisti, e assisti Stranger Things com o Leo em dois dias. E me diverti horrores com todas as referências, com a história de mistério, com o mundo sombrio, com o Dustim. Amei e já quero mais.


Olimpíadas
A maluca por esportes não podia perder essa, né? Nem sem televisão - santo streaming! Na verdade, ouvi mais do que vi, porque ou estava trabalhando ou estudando, mas o som dos jogos estava ali, me acompanhando. Quero mais, já.


Projetos
Já estou envolvida com um evento acadêmico super bacana. Vai ter produção de livro novo, já estou trabalhando nele. Vai ter projeto de estudos e projeto de trabalho. Tem muita coisa boa vindo por aí!

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Citações # 167

De A elegância do ouriço:


Afinal de contas, acho que os velhos têm direito a um pouco de respeito. E estar em um asilo de idosos, é verdade, é o fim do respeito. Ir para lá significa: "Estou acabado(a), não sou mais nada, todo mundo, eu inclusive, só espera uma coisa: a morte, esse triste fim do tédio". 


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #128

1 - 50 tons de trocadilho (um post sério)
Do Sanatório Geral. Sobre o famigerado 50 tons de cinza e sua temática, que passa longe do sexo e está mais na seara da violência.

2 - A pergunta de um milhão de reais
Da Lud. O que você faria com um milhão de reais? Eu jamais investiria em casa e carro. Talvez em um trabalho diferente dos atuais, que venho gestando há alguns anos. Com certeza, em viagens. E, pra mim, um milhão é grana demais.

3 - Adeus Elke Maravilha Maravilhosa
Da Mari, no Lugar de Mulher. A Elke era maravilhosa. Forte, culta, única. Bem distante do que eu sou e, talvez por isso, muito inspiradora.

4 - Se puder
Da Cinthya Rachel. Tô precisando parar um pouco e ter o poder de fazer algumas das coisas que ela sugeriu...

5 - Sobre minha incapacidade de dizer "parabéns" 
Da Ju. Eu sou fã dos textos dela e aqui ela me sai com uma "felicidade festiva" que resumiu bem um conceito que eu tinha certeza que existia, mas que não sabia dar nome. Posso estar sendo louca, mas acredito que esse texto se encaixe em "desabafos sobre o luto". E que a essa incapacidade vai passar rapidinho.

6 - Eu, passarinho
Da Primeira Fonte. Sobre ansiedade, essa companheira de vida.


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 28 de agosto de 2016

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sem TV em meio às olimpíadas

Sou quase maníaca com esportes. Na verdade, nem sou mais, mas passei boa parte da vida sendo. Daquelas que, num longíquo 1996, quando teve TV a cabo pela primeira vez em casa, ficava grudada no SporTV sempre que possível. E acompanhava vôlei, tênis, futebol, hipismo, curling, golfe, badminton, luta olímpica, ginástica artística e rítmica... e o que mais aparecesse pela frente.

Mas aí veio a vida enchendo de atividades aquele momentos anteriores de ócio e fui ficando mais distante da TV. Até que fui morar sozinha. Duas coisas que eu não queria ter em casa eram sofá e televisão. Resisti enquanto pude, até que a vovó resolveu ir me visitar, e ela não vivia sem TV. Também, seria muito ruim pra ela ficar por lá sentada nos meus pufs. Daí, toca a ter TV e sofá em casa. O aparelho estava lá, mas só era usado quando a vovó aparecia.

Um tempo depois, acabei me mudando para Ouro Preto e vim morar com a vovó. Que assistia TV como se não houvesse amanhã. Além dela, tinha Tia Ylza, que também era doidinha com TV. Enfim, depois que a vovó foi hospitalizada, não liguei mais a TV em casa. Aliás, me desfiz de coisas. De antena externa pra TV aberta e de TV a cabo por satélite. Só deixava ligada a da agência e, assim mesmo, só pela manhã (porque ver Ana Maria Braga sendo atropelada, ao vivo, por um carro sem motorista, preenche aquele vazio matinal).

Mas tem Olimpíadas, né?

Quem, maníaca por esportes, iria passar sem ver as olimpíadas? Lembrei que só tem TV na agência porque eu quis ver a copa de 2006. Então, problema resolvido: durante o expediente a TV fica ligada onde tem esporte rolando. Mas em casa... só no streaming. E a internet aqui em OP é uma coisa a ser estudada.. Desistimos do cabo porque há sérias restrições, por ser uma cidade tombada. Apelamos pro rádio, mas como aqui é muito montanhoso e muito úmido, está sempre instável. Como é o que temos, vamos com ela. Os delays estão, em média, em torno de 2 minutos. Mesmo assim, dá pra acompanhar os movimentos. Consegui ver ginástica, hipismo, futebol, handball, canoagem, vela, basquete. Que lindo isso!

Aproveito pra registrar que o pior narrador do mundo é o Alex Escobar, da Globo. Ele narrou todos os jogos de handball que vi, na agência. Como estava trabalhando, só escutava. Daí que era um tal de "Brasil, Brasil, gol do Brasil". Em todos os jogos, achei que a seleção estava arrasando. Mas qual! Ele se calava quando o outro time fazia gol. Vi os times do Brasil ganhando no handball, mas vi perderem também, enquanto ele "narrava" apenas ufanismo. Narrativa de esporte tem que ser emotiva, claro, mas não é assim não! Se fosse, a gente não teria tão fresco na memória os "gooooool da Alemanha" da Copa de 2014!

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Livro: Lagarta vira pupa



Volta e meia, indico aqui algum texto do Lagarta Vira Pupa, blog da minha amiga Andréa Werner sobre o autismo, sempre com informações importantes e com o dia a dia do filho dela, o Theo. A Déa vem, há alguns anos, e muito gentilmente, compartilhando suas pesquisas sobre o tema, tentando fazer a vida do Theo ser melhor, cultivando empatia e dicas preciosas para que haja mais respeito e inclusão.

A experiência (e o texto, sempre perfeito) levou a Déa a escrever o livro Lagarta Vira Pupa - A vida e os aprendizados ao lado de um lindo garotinho autista. Sem editora, usou o crowdfunding. Colaborei e recebi o livro aqui em casa, com essa dedicatória linda que lembra os quatro anos em que dividimos os bancos da PUC, fazendo trabalhos, estágios projetos e TCC juntas (e com mais uma galera muito bacana, de quem vivo com saudade).

No livro, Déa selecionou alguns texto do blog e incluiu outros. Mas trouxe toda aquela emoção que permeia toda a sua história, do nascimento do Theo à descoberta do autismo, do luto, da luta, da chegada da Lola (a golden retriever que é a melhor amiga do Theo e a nova filha da família. Uma das principais características do livro (e do blog também) é mostrar que o luto existe, mas não é desejável se levar por ele. É preciso fazer com que a vida seja boa para ser vivida. E a Déa tem feito muito para que o Theo viva bem, se comunique com as pessoas e possa viver sendo respeitado em sua individualidade.

Como ela mesmo diz, a vida é escrita a caneta, sem possibilidade de rascunho, sem que haja revisão. "Os sonhos, ao contrário, são escritos a lápis: podem ser revisados e reescritos quantas vezes forem necessárias". E o sonho pode ser uma sociedade que não veja a deficiência como algo a ser combatido e extirpado. "Em um mundo obcecado pela perfeição, ser uma criança com deficiência é quase um ato de rebeldia". E é verdade.

Um dos capítulos mais importantes do livro é o 29: 5 dicas para criar filhos + abertos à diversidade. Porque só assim teremos um mundo mais aberto à pluralidade, mais empático, com menos racismo, homofobia, sexismo, segregação. Theo veio transformar a Déa em uma pessoa mais aberta. Veio também para fazer o mesmo com muitas pessoas - eu inclusa. Theozão está fazendo muita gente mudar, perceber um mundo novo. E isso é lindo!

Déa mora na Suécia, com o marido, o Theo e a Lola. Veio ao Brasil para, entre outros compromissos, lançar o livro. Foi na noite anterior à minha qualificação no mestrado. Mesmo assim, fui a BH só para encontrar a Déa e, se fosse possível, com outros colegas de faculdade. Como fui cedo, acabei encontrando só a Mel (a Lu e a Vanessa apareceram depois), e com a Tania, que é irmã de um amigo e foi no lançamento para buscar o livro e para conhecer a Déa.




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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Citações # 166

De A elegância do ouriço:



Viver, morrer: são apenas consequências daquilo que se construiu. O que conta é construir bem. Então, pois é, me impus mais uma obrigação. Vou parar de desfazer, de desconstruir, vou começar a construir. 


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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #127

1 - O futuro sombrio do ensino superior federal
Do Verlaine Freitas. Todas as manifestações populares que vi de 2013 pra cá falavam em "mais educação", sem especificar como seria isso. Educação só é boa com investimento, e os que defendem que o governo não deve investir no mercado esquecem que a educação faz parte desse mercado. Ao mesmo tempo, defendem, também, que o governo invista em educação de qualidade. Mas aí o mundo gira, a lusitana roda, temos um governo interino ilegítimo que faz um corte absurdo na educação superior. Cadê as panelas batendo? Cadê todos aqueles indignados pedindo mais educação nas manifestações? Estão satisfeitos agora?

2 - Cármen Lúcia não quer ser presidenta
Do José de Souza Castro, no blog da Kika Castro. Se a Cármen Lúcia é amante da língua portuguesa, devia saber que "presidenta" é aceita na língua portuguesa desde o fim do século XIX. Não usar pode até ser opcional. Nunca gostei de chamar Dilma de presidenta, tal qual o José de Souza Castro. E é justamente por isso que só chamarei Cármen Lúcia de presidenta.

3 - Sim
Da Primeira Fonte. Sobre lucidez. O texto me fez lembrar muito da vovó, que ficou lúcida, aos 96 anos, até um AVC tirar dela essa qualidade. Ela rezada, sempre para não perder a lucidez, tal qual seu pai. Ele morreu aos 90, também lúcido.

4 - Navegando
Da Tucha, sobre o luto. Ela perdeu uma filha e conta um pouco, no texto, como é viver após esse tipo de perda. É um relato muito intenso.

5 - 15 de agosto de 16
Do BHY, sobre os pais que não mereciam, não precisavam ser pais. Super me identifiquei.

6 - O que você acha que precisa fazer X o que você quer fazer
Do Gustavo Tanaka. Um texto interessante pra pensar nas prioridades da vida. Não concordo com tudo o que ele diz, mas dá pra suscitar algumas coisas para avaliar caminhos.


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domingo, 21 de agosto de 2016

Marmota



(Daqui)
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Livro: As crônicas de gelo e fogo: A tormenta de espadas



(Ando super atrasada em postar aqui as minhas leituras. O culpado é única e exclusivamente o mestrado, sugando minhas energias por todos os lados. Vamos superar isso um dia? Jamais saberemos).

Daí que o terceiro livro de As crônicas de gelo e fogo assusta pelo tamanho. É o maior dos cinco, e cheio de emoções. Antes do prólogo, o autor explica que a cronologia da saga é diferente: há capítulos que cobrem apenas uma hora, outros um dia, um mês, até um ano. Então, fica um pouco complicado colocar tudo em ordem cronológica. Mas quem se importa? Eu não. Só me importo que a história é envolvente, muito bem escrita, sem furos.

A história começa com acontecimentos do reino de Westeros que se sobrepõem aos que rolaram no livro anterior, durante a Batalha da Água Negra. Mais para o meio do volume, já tempos histórias posteriores, com o destino de parte dos personagens que lutaram naquela batalha.

O reino ainda está em guerra, com Joffrey Baratheon, Stannis Baratheon, Robb Stark e Balon Greyjoy se intitulando reis, cada um a seu modo, cada um com sua batalha. Joffrey é o mais odioso, e vai passar por momentos muito interessantes aqui. Alguns eles, claro, exalando sua crueldade. Stannis, após perder a Batalha da Água Negra, está juntando forças para se reestruturar, criar sua nova estratégia e voltar à disputa. Robb Stark, o jovem lobo, acabou sucumbindo aos encantos de uma jovem nobre e precisou se casar às pressas com ela. Seu acordo de casamento, que fazia parte da estratégia de guerra, foi quebrado, e um novo casamento precisou ser marcado às pressas, entre a sua antiga noiva e seu tio Edmure Tully. Balon Greyjoy continua com seus delírios de grandeza, mas é quase esquecido pelos outros guerreiros.

Falando em casamentos, há quatro importantes no livro. Um deles (que não vou dizer de quem) é conhecido como "O Casamento Vermelho", um assombro que fez muitos leitores ficar de boca aberta. E para quem só assistiu a série de TV, o espanto foi o mesmo.

Aliás, é o melhor livro da saga, pra mim. São muitas reviravoltas na história, muitos personagens que trazem novos rumos, tem o amadurecimento forçado das crianças, o início da "redenção" de Jaime Lannister, o sofrimento de Tyron, as emoções da Muralha... são muitas coisas que tiram o fôlego. Em especial, o epílogo, com a reaparição de uma personagem, de forma cheia de espanto.

Recomendadíssimo!


Já lido:
As crônicas de gelo e fogo: Guerra dos tronos

As crônicas de gelo e fogo: Fúria de reis

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Citações #165

De A elegância do ouriço:


Na verdade, quanto a luta contra a agressividade do primata se apodera dessas armas prodigiosas que são os livros e as palavras, o negócio é fácil, e foi assim que me tornei uma alma educada, que extraía dos sinais escritos a forma de resistir à própria natureza. 


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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #126

1 - Deixa eu chorar até cansar
Da Fernanda Castro. Pôxa, Vander Lee, um dos meus cantores favoritos, morreu. De infarto, numa situação horrível. E deixou um monte de fãs mineiros (com aquela intimidade que a Fernanda descreve) cheios de saudade.

2 - O motoboy da treta
Da Marcela Zaidan. Conheço muita, mas muita gente assim. Fujo delas. Aliás, tenho uma história sobre isso pra contar, mas acho que vai demorar até elaborar direito a questão.

3 - Prepare seu coração
Da Luciana Nepomuceno. Sobre a abertura das olimpíadas, que não vi porque fiz uma opção de não ter TV em casa. Nem aberta, nem fechada. O aparelho de TV que tenho aqui está ligado no PlayStation, mas sua única função é "passar" Netflix. O texto chama a atenção para alguns temas de esquerda trabalhados na abertura. Não vi, mas fiquei feliz :-)

4 - Governo vai fazer bancas para definir quem é negro
Do Sakamoto. O texto e a situação me levam a ficar sem palavras.

5 - Trilhas sonoras que amo
Da Letícia Cardoso. Com trilhas muito bacanas. E me deu vontade de fazer a minha lista. Em breve, em breve...

6 - Pra você que não gosta de Pokémon Go
Da Cheshire Cat. Com alguns pontos interessantes sobre o Pokémon Go, que invadiu o Brasil há algumas semanas e está fazendo muita gente andar por aí capturando bichinhos. Não tenho opinião formada. Só aquele medo do uso dos dados, né?


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domingo, 14 de agosto de 2016

Fuga



Daqui.

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Citações #164

De A elegância do ouriço:


Não é difícil adivinhar: todas essas coisas que passam, que deixamos de ter por um triz e que são perdidas para a eternidade... Todas essas palavras que deveríamos ter dito, esses gestos que deveríamos ter feito, esses, kairós fulgurantes, que um dia surgiram, que não soubemos aproveitar e se afundaram para sempre no nada... O fracasso por um triz... 


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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #125

1 - Segunda sem lei
A Bel tá que dança... e me pondo com vontade de dançar junto. Cadê tempo?

2 - Tanta gente passando fome e você aí celebrando as olimpíadas
Do André Rosa. Bom pra pensar sobras as nossas paixões polarizadas. E, melhor ainda, pra curtir a festa do esporte. Eu amo Olimpíadas. E não é porque o Temerário está virando tudo do avesso que vou deixar de ver alguma coisa lá no trabalho. Só lá, pq não tenho mais TV (aberta ou fechada) em casa. Aqui, agora, só Netflix.

3 - Sim
Do Primeira Fonte. Um texto lindo sobre o riso, os palhaços e a paz.

4 - Por que você me bloqueou?
Do Sakamoto. Sobre o ódio virtual, sobre o ódio real. E sobre bloqueios. Sobre liberdade de expressão e sobre liberdade de expressão para todos, até para quem pensa diferente. Sobre respeito à opinião alheia.

5 - Quando fui magra
Da Clarice Concê. Sobre a patrulha eterna, barulhenta e muito chata com o(s) corpo(s) feminino(s). E sobre os buracos existenciais criados alimentados com a paranoia que vem daí.

6 - Noras de uma arrumação hesitante I - Os que se foram
Da Fal Azevedo, no blog da Editora Carambaia. Sobre os livros doados. Compartilho muito do sentimento dela. Não vou reler e não há tanto amor envolvido pelo volume, já tomou rumo de outra estante.



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domingo, 7 de agosto de 2016

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Meme da listinha

Vi no blog da Bel, que é inspiração constante pra mim, e trouxe pra cá. Pelo que a Bel falou, é um meme do Facebook, mas nem vi por lá. Então, assumo que vi num blog e que ele, num blog, permanecerá. Ao menos, por aqui, né?


Quatro nomes que me chamam (supondo que não o meu, da certidão de nascimento)
1 - Line
2 - Lile (amo!)
3 - Nine (tb amo!)
4 - Áli 

Quatro lugares onde já vivi
1 - Ouro Preto
2 - São Luís (Maranhã)
3 - Belo Horizonte
4 - São Paulo (por pouquíssimo tempo)

Quatro coisas que amo assistir na TV 
1 - Não assisto TV há tempos... mas um jogo de vôlei sempre teve destaque por aqui
2 - Esportes em geral
3 - Séries
4 - Tá de bom tamanho, né?

Quatro lugares que já visitei (por ordem de amor - esse tópico poderia ser multiplicado por 10...)
1 - Porto
2 - Nova York
3 - Tiradentes
4 - Carrancas

Quatro coisas que adoro comer
1 - Brigadeiro (e muito chocolate)
2 - Pastel de queijo
3 - Feijão tropeiro
4 - Pizza

Quatro bebidas favoritas
1 - Água
2 - Suco de laranja
3 - Capuccino
4 - Milkshake

Quatro pessoas que eu acho que vão responder a essas perguntas
1 - Qualquer
2 - Uma
3 - Que
4 - Quiser
(Neste item, cópia descarada da Bel!)

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Citações # 163

De A elegância do ouriço:


Quando penso que tem gente que não tem televisão! Como é que eles fazem? Eu passaria horas diante da TV. Corto o som e olho. Tenho a impressão de ver as coisas com raios X. Se a gente tira o som, na verdade tira a embalagem para presente, o lindo papel de seda que envolve uma porcaria de dois euros. Se vocês assistem às reportagens de um telejornal assim, podem verificar: as imagens sem nenhuma relação umas com as outras, a única coisa que as liga é o comentário, que mostra uma sucessão cronológica de imagens como se fosse uma sucessão real de fatos. 

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #124

1 - A outra Matrix
Da Marcela Zaidan. Pra quem gosta do filme, pra quem gosta de um pouco de filosofia, é legal pra pensar em outras alternativas

2 - Escaneadora com ascendente em aleatoriedades
Da Lud. Que texto gostoso! Sobre o livro Refuse do Choose, que fiquei louca de vontade de ler. Parece (estudos sérios indicam, hahahaha) que também sou do tipo escanedora :-)

3 - Gabriela Pugliesi e a filosofia
Da Marjorie Rodrigues. Sobre os problemas alimentares da contemporaneidade. Em especial, a compulsão e a aversão por comida. Merece muito ser lido.

4 - Os nomes feios da presidenta
Do Blog com Jota. Tá foda conviver com gente que só xinga. Tá foda conviver com a falta de solidariedade geral. Tá foda conviver com a falta de sororidade.

5 - Onde os fracos não têm vez
Do Pedro Lemos. Este texto me chegou pelo meu irmão, que publicou o link no Facebook. Fala da youtuber brasileira que foi fazer stand-up comedy na abertura do show do Skank e foi vaiada. O autor faz uma separação clara do que é um público ao vivo (e de como reagir a ele) e do que é um público ~virtual~, digamos. Texto bem interessante.

6 - Sabáticas - A ciência do pão-durismo
Do Mário Magalhães. Um texto levinho sobre a arte de ser econômico e a infelicidade de ser pão-duro.


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