segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #135

1 - Precisamos falar sobre: filmes dos anos 80 que ninguém assistiu, mas deveria
De We're all mad here. Sobre um dos meus filmes favoritos dos anos 1980: Viagem insólita. Super me divertia com esse filme e sinto falta, de verdade, de ver novamente. Tem no Netflix?

2 - O nome disso é RACISMO
Do blog Samba da Criola Doida. Com várias expressões comuns na vida da autora e que a gente repete por aí sem nem notar que está sendo agressiva...

3 - Dia do professor 2016
Da Elika Takimoto. Ela é uma figura divertidíssima no Twitter, e tem sempre reflexões coerentes. Professora há muitos anos, ela sabe bem do que está falando nesse texto. Triste 2016 para nós...

4 - Malleus de Mal Ficaram: ou somos os embaixadores da empatia, mas não damos segundas chances
Da Cláudia Lemes, na revista Língua de Trapo. Uma reflexão sobre a falta de empatia ampla e generalizada, especialmente entre as pessoas que a defendem com unhas e dentes, mas não a praticam. Eu inclusa. Tempos estranhos, estes...

5 - Fale com elas - e sobre elas
Da Celina, na Trendr. Mais um texto com aquele machismo sutil, que coloca, na vida da gente como se não fosse nada, apenas pra dizer que nós não somos nada.

6 - Se eu pudesse dar um conselho só para qualquer pessoa...
Da Renata. Assino embaixo

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 30 de outubro de 2016

Banho



Daqui.

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Citações #175

De A elegância do ouriço:


Para que serve a Arte? Para nos dar a breve mas fulgurante ilusão da camélia, abrindo no tempo de uma brecha emocional que parece irredutível à lógica animal. Como nasce a Arte? Nasce da capacidade que tem o espírito de esculpir o campo sensorial. Que faz a Arte por nós? Ela dá forma e torna visíveis nossas emoções e, ao fazê-lo, apõe o selo de eternidade presente em todas as obras que, por uma forma particular, sabem encarnar a universalidade dos afetos humanos. 


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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #134

1 - Sobre família, amigos e batalhas
Da Déa, mais um texto lindo sobre essas redes que se formam ao redor da gente. Déa conta como foi acolhida quando descobriu o autismo do Theo e como amigos e família facilitam alguns momentos da vida dela. É curioso porque sempre me achei uma pessoa de poucos amigos. Até que caí em mim: com as mortes da Tia Ylza e da Vovó, fui inundada de amor e de carinho, algo que nunca esperei acontece. Mudou meu mundo, minha perspectiva. Emocionante, Déa!

2 - Teste: Há um político que deveria apanhar no Brasil?
Do Sakamoto, sobre a senhora que deu uma surra no Cunha, no aeroporto. O post é bom pra abrir a mente e perceber que, na maior parte das vezes, aprovamos algumas atitudes que são favoráveis a nós quando, ao mesmo tempo, as reprovamos quando são desfavoráveis. Ou seja: todo mundo olha pro próprio umbigo.

3 - Eu, passarinho: A perdição da infância pobre ou (sobre como não protegemos nossas crianças)
Do Primeira Fonte. É pra ler com uma caixa de lenços do lado. Tapa na cara da semana.

4 - Godfather
Do Vinhos e Livros. De como algumas citações de O Poderoso Chefão são perfeitas pra vida.

5 - Minha verdade sobre o minimalismo
Da Lud. Concordo em 100%.

6 - Meu casamento
Do Santiago Nazarian. Com quase tudo que eu considero importante sobre um casamento. Com o que realmente importa, que é o amor. E, se possível, com menos festa, porque é tão estranho que nem sei

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domingo, 23 de outubro de 2016

Muda



Daqui.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ações

Vi no blog da Lolla e resolvi fazer igual.

(eu faço) muita coisa ao mesmo tempo. 
(eu consigo) colocar coisas nos lugares, seja em puzzels, seja em diagramação, seja fazendo a mala. 
(eu compro) mais livros do que consigo ler. 
(eu deveria) desligar de um monte de coisas e ficar à toa de vez em quando. 
(eu tenho que) arrumar o jardim, porque tá mais do que na hora. 
(eu sei) que a vida é bonita e é bonita, mesmo quando dá umas porradas na gente. 
(eu sinto) saudade, fome, dor. E muita ansiedade. 
(eu acho) que preciso fazer umas coisas bem diferentes, tipo pintar o cabelo de azul escuro. 
(eu consumo) chocolates em excesso. 
(eu ouço) Chico, Dvórak, Wilco, Eddie Vedder, Vander Lee, Iwan Rheon, Amy, Bach e uns podcasts aí.
(eu sonho) em não ser mais uma pessoa ansiosa. 
(eu espero) pelas viagens marcadas e por marcar. 
(eu temo) a perda de/do controle. 
(eu gasto) tempo com coisas que não deveria e com pessoas que não merecem. 
(eu adoro) dias de sol com um bom livro ao lado. 
(eu recebo) umas mensagens muito esquisitas. Tô colecionando, um dia publico. 
(eu como) um monte de besteiras, porque tenho paladar mega infantil. 
(eu bebo) muita água, sempre. 
(eu irei) fazer o que puder para continuar estudando. 
(eu economizo) dinheiro pros livros. E pra viajar. 
(eu geralmente) esqueço o rosto das pessoas. Geralmente não. Sempre. E passo vergonha.
(eu assisto) quase nada, ultimamente. Mas um jogo que vôlei sempre me prende 
(eu leio) livros, livros, livros. Pdfs e mobis. Xerox. Emails enormes. Medium. Textões do Facebook. Feedly. Mais livros. 
(eu quero) viver de estudar, ter sempre muitos livros pra ler. 


E faltou o (eu deveria) estar estudando. Porque a #vidademestranda é essa mesmo.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Livro: Minha metade silenciosa



Pra começar: não sou o público desse livro. Ele é destinado a adolescentes, e dificilmente eu leria sem uma boa indicação. Foi o que aconteceu. A Liliane Prata, que é escritora mineira, indicou o livro em seu canal no Youtube. Aliás, super recomendo o canal, porque sempre tem assuntos bacanas e pontos de vista enriquecedores.

Daí que ela comentou sobre o livro e me deu muita vontade de ler. Especialmente porque ele fala sobre violência familiar. E, né?, vivi muito isso pra ter interesse em ler e me reconhecer.

A história é contada por Stark, um garoto que odeia o seu nome. Prefere ser chamado de Palito (só pra esclarecer: Stark é algo como fortaleza. O apelido é Stick, o que dá uma sonoridade interessante no inglês original). Ele tem um irmão mais velho, Bosten, que é um ombro amigo e presença constante. Palito não tem a orelha direita. Por isso, é caladão, introspectivo e cheio de problemas de relacionamento. Sofre bulying na escola e só tem uma amiga, Emily, com quem ele conversa na escola e fora dela.

Mas o principal problema que Palito e Bosten enfrentam são os pais. Um casal abusador, que quer educar os filhos apenas à base de porrada. A violência é tanta que a casa tem um quarto apenas para castigar os garotos. Palito conta que quase todo dia um dos dois é obrigado a ficar por lá. O quarto tem regras - aliás, toda a casa tem muitas regras - como a obrigação de ficar sem roupa e sem acesso a um banheiro (há um balde para as necessidades básicas); a porta trancada pelo lado de fora; não há janelas, como em uma solitária; quem determina o tempo que o "prisioneiro" passa por lá são os pais; antes de entrar no quarto rola muita pancada, dessas de deixar marcas horríveis no corpo; antes de entrar no quarto, o filho deve se mostrar educado e desejar "boa noite" aos pais.

Sério, já no começo do livro eu queria vomitar. Pela familiaridade, sim. Pela forma como o autor, Andrew Smith, relata a violência crua dos pais de Bosten e Palito. O autor trabalhou por anos com adolescentes em situação de risco, e foram as histórias de seus alunos que o inspiraram a escrever o livro. Bosten tem 16 anos, Palito tem 13. Desenvolveram códigos só deles para conversar sem que os pais soubessem de suas intenções. E nem são intenções ruins: eles apenas querem viver a adolescência, sair com os amigos, namorar.

A história narra os momentos que levaram a uma explosão dos dois meninos, a revolta contra a violência, a incapacidade de fugir dela, permeada pela necessidade de escapulir. É um livro denso, forte, emocionante. Chorei em vários momentos, levada pelo terror dos meninos, pelo desespero, pela desesperança.

Repito: não sou o público alvo do livro, mas me vi em cada linha.


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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Citações #174

De A elegância do ouriço:


Então me fiz uma pergunta: por quê? Por que estes e não os outros?
E mais outra: e eu? Será que meu destino já se vê na minha testa? Se quero morrer, é porque acho que sim.
Mas e se, no nosso universo, existir a possibilidade de nos tornarmos o que ainda não somos... será que saberei agarrá-la e fazer de minha vida um jardim distinto do de meus pais? 


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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #133

1 - Com Brecht - refletindo sobre o atual momento brasileiro
Do Pedro Eloi. Sobre a falta de delicadeza que grassa no Brasil. Sobre a falta de esperança que anda sendo plantada aqui dentro.

2 - A filosofia, essa indesejada
Do Jelson Oliveira. Olha só, defendo a Filosofia sempre. É uma disciplina libertadora. Mesmo que a maior parte das pessoas ache chato, a Filosofia, como dizia Noel Rosa, "sempre auxilia", em todos os campos da vida. A vida é muito mais legal quando se estuda Filosofia. Pode ficar mais pesada, porque desnuda muitas coisas, mas ter clareza é algo necessário. E já dizia Cecília Meireles... "liberdade - essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda!".

3 - Eu, passarinho - Uma fanfic sobre educação
Do Primeira Fonte. Perfeito.

4 - A menina que podia ser eu
Da Ana Paula Pedrosa. Que texto emocionante! Triste e lindo ao mesmo tempo.

5 - Da imprevisibilidade da vida... e do autismo
Da Déa. Sempre um texto maravilhoso sobre o autismo e sobre a vida. Sempre uma lição pra gente, sempre algo a ensinar.

6 - Cinco músicas para gostar de Bob Dylan
E eis que Bob Dylan ganhou o prêmio Nobel de Literatura! A Val fala, nesse texto, um pouco sobre a carreira do Bob e levanta algumas músicas dele. Olha, foi uma delícia ouvir!

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domingo, 16 de outubro de 2016

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Livro: Guga, um brasileiro


Eu jamais compraria um livro sobre o Guga. Não por ser sobre ele, porque até acho o Guga legal. Não por ser biografia, apesar de já ter lido muitas, principalmente na adolescência. É porque tenho preguicinha de biografias de pessoas pouco mais velhas do que eu. Ok que o cara é um gênio do tênis e realizou muito pelo esporte. Mas, sei lá... preconceito mesmo com esse tipo de livro.

Mas daí vieram as olimpíadas 2016, no Rio, e o Guga foi comentarista da Globo. Não vi ele comentando nada, porque vi pouco das olimpíadas, e o que vi mais foi por streaming. Da Globo mesmo, só lembro das narrações desastrosas do Alex Escobar para o handball brasileiro. Mas o Guga fez sucesso e começou a ser chamado de "labrador humano". E o Carlos, que tem com a Renata um blog muito bacana sobre livros, leu a biografia do Guga e fez um texto delicioso. A vontade de ler o volume veio logo. E o texto fluiu rapidinho, o que é ótimo, em se tratando de falta-de-tempo-devido-ao-mestrado.

O livro é narrado em primeira pessoa, e eu esqueci o nome do jornalista que assina, apenas, como "escutador" - para usar o termo da lavra de Eliane Brum - e organizador do material. O texto começa com o tenista em Roland Garros, durante as disputas que fizeram dele campeão em 1997. Nessa época, eu era estudante do primeiro ano de jornalismo e tinha tempo livre para ficar na TV quando quisesse, acompanhado todos os canais de esporte da recém-adquirida tv a cabo da casa dos meus pais. Foi no ano anterior que descobri o tênis e comecei a acompanhar a Copa Davis e as trajetórias do Guga e do Fernando Meligeni, meu preferido. Gostava do jogo bonito do Guga, mas sempre preferi a garra do Meligeni, que se jogava em todas as bolas. Reconheço que era jogo pra torcida, mas era emocionante. Daí que logo já estava eu acompanhado Roland Garros e vendo o Guga vencer uma partida, mais uma, mais outra, até a final.

Depois desse primeiro capítulo, que narra uma das partidas do torneio, a história vai para a formação familiar do atleta e vem, quase linearmente contando como ele nasceu, cresceu, ingressou no tênis. O esforço para dizer que o atleta foi formado com muito sacrifício da família é um tanto quanto cansativo. Porque qualquer pessoa que conheça um pouco sobre esporte sabe que o tênis é elitista. Mesmo que a família do Guga não fosse rica, estava bem longe de ser pobre. Mesmo que a mãe e o irmão mais velho tenham se esforçado com afinco a fazer com que ele pudesse se dedicar exclusivamente ao tênis, com a mãe batalhando patrocínios em vários espaços, levando muitos "nãos", a história do tenista é bem mais favorável que a da maioria dos brasileiros. Enfim... foi chata essa repetição ao longo do texto.

Outra coisa bem chatinha é que, a cada jogo, é falado que aquele era "o melhor tênis", "o melhor jogo" do Guga. Ok que cada jogo é único, que o atleta estava em ascensão, escrevendo uma história incrível do esporte. Mas o autor poderia ter amenizado a batida na mesma tecla... Acredito que se essas partes fossem cortadas, a história ficaria mais saborosa.

Não há como negar que é bem bacana ver como o Guga foi virando aquele atleta bem largadão, bem cheio de vida e de alegria, que encantou todo mundo em 1997. É bom saber que o caminho não foi só de flores. Que teve muita luta, muito aperto, muitas lágrimas; pouco deslumbramento com o mundo de glamour do tênis. As histórias dos bastidores, do macarrão de sempre no pequeno hotel de Paris, quando Guga e Larri Passos, seu treinador, iam para Roland Garros, foram bem mais interessantes que as posteriores, quando ele já estava entre os dez melhores tenistas do mundo.

A história da lesão no quadril é bem tensa, ainda mais porque ele toca no ponto do massacre que a mídia provoca em quem é colocado no posto de "número 1". A mídia cria, a mídia cobra absurdamente por resultados, a mídia derruba. A mídia cobrou muito do Guga, mas - talvez por seu carisma enorme - não tenha exatamente conseguido derrubá-lo. Ele deixou de jogar porque foi vencido pela lesão. Se foi difícil pra gente, que só via jogo pela TV, aceitar isso, imagina pra ele...

Resumindo: um livro bem bacaninha pra dar saudade do tempo em que era óóótemo ficar em casa de bobeira vendo esporte na TV. Lido em dois dias, porque flui bem, porque o personagem é legal. Mas tá bem longe de ser um livro recomendável. Por outro lado, quem é do esporte vai curtir bastante. Por isso, o Leandro vai ganhar o meu exemplar logo!

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Citações #173

De A elegância do ouriço:


É sempre a mesma coisa, tenho vontade de chorar, fico com a garganta apertada e faço o possível para me controlar, mas às vezes chego ao limite: mal consigo me reter para não soluçar. Então, quando tem um cânone, olho para o chão, porque é muita emoção ao mesmo tempo: é muito bonito, muito solidário, muito e maravilhosamente comunicante. Não sou mais eu mesma, sou uma parte de um todo sublime a que os outros também pertencem, e nesse momento sempre me pergunto por que não é essa a regra do cotidiano em vez de ser um momento excepcional de coral. 

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domingo, 9 de outubro de 2016

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Citações #172

De A elegância do ouriço:


Acho que só mesmo a psicanálise para concorrer com o cristianismo em matéria de amor aos sofrimentos que duram.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #132

1 - Minguante
Da lindona da Bel. Sobre a morte do "Santo". Sobre a morte. Tocante.

2 - Para onde um livro te leva?
Da Laura Conrado. Sobre essa rede linda de leituras que se forma ao redor da gente, em que um livro te leva a outro, que te leva a outros, que te leva a ainda mais outros. Amo!

3 - Cerveja ELA: Empoderar.Libertar.Agir
Do Sanatório Geral. Por mais ações como essa. Por mais participação feminina nos clubes do bolinha da vida.

4 - A lista da vergonha
Da Stephanie Borges. Sobre os livros que lemos e temos e sobre os quais falamos pouco. A propósito, o mestrado me fez voltar a ficar compulsiva na compra de livros. Foram tantos, desde que fui aprovada, que nem sei. Torcendo pela minha volta ao normal.

5 - Temer aplica golpe no ensino médio brasileiro
Do Sakamoto. Tô horrorizada com essa MP. Horrorizada. Importa quem teve essa ideia idiota e como ela tramitou até virar uma MP, ser apresentada, ser negada. importa que as disciplinas que ensinam a pensar estão sendo atacadas. Por que será???

6 - O choro de Camila Pitanga e o espetáculo de horror da mídia
Do Democratize. A cada dia, o meu "potinho de nojo da mídia" só fica mais cheio. Com essa história, enchei mais um cadinho. O horror, o horror!


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...


domingo, 2 de outubro de 2016